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JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

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JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Nominato em Ter Set 28, 2010 2:21 am

ultimo comentário do Tópico.

mago escreveu:Olá caro amigo e irmão Waldiocir(Pedro Paulo) buscador da luz.

Estamos no mesmo barco, cujo barco é esse planeta lindo a navegar pelos horizontes siderais e como tais temos de nos esforçar de acordo com o fluxo de energia que temos e que emanamos; sabemos das dificuldades e algumas vezes das discriminações por estudarmos e divulgarmos essa obra intitulada pelas personalidades siderais da 5a revelação que se traz para os humanos.

Sabemos como é dificl rasgar em muitas ocasiões os horizontes escuros e penetrar neles levando um pouco mais de sabedoria, de luz e de vida a todos os sedentos.

Mas tem de ser assim mesmo, senão não seria a revelação; revelação é algo ainda nestes mundos comprometidos com a rebelião, inaceitável porque todos presos a sistemas de codificação, de leis de usos e costumes rígidos e seculares todos apartados do sistema único reconhecidos por todos os sete super universos.

Muita paz, luz e vida em todos os nossos corações.


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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qua Set 29, 2010 5:41 pm

(1919.4) 176:4.7 Estejais, portanto, sempre prontos para recebê-lo na Terra, como ele está pronto para acolher-vos no céu.

Documento 176 - 4. O Retorno de Michael

(1918.4) 176:4.1 Dentre todos os ensinamentos do Mestre, nenhum deles tem sido tão mal compreendido como a sua promessa de voltar algum dia pessoalmente a este mundo.

Não é estranho que Michael devesse estar interessado em retornar algum dia ao planeta em que experimentou a sua sétima e última auto-outorga, como um mortal deste reino.

É simplesmente natural acreditar que Jesus de Nazaré, agora governante soberano de um vasto universo, esteja interessado em retornar, não apenas uma, mas muitas vezes mesmo, ao mundo onde viveu uma vida tão única e onde, finalmente, conquistou do Pai, para si próprio, o outorgamento ilimitado de poder e autoridade sobre o universo.

Urântia será eternamente uma das sete esferas de natividade de Michael, no serviço de ganhar a soberania do universo.

(1918.5) 176:4.2 Em numerosas ocasiões, e para muitos indivíduos, Jesus declarou a sua intenção de retornar a este mundo.

Como os seus seguidores se despertaram para o fato de que o seu Mestre não iria atuar como um libertador temporal, e quando ouviram as suas previsões sobre a destruição de Jerusalém e a queda da nação judaica, muito naturalmente começaram a associar o seu retorno prometido a esses acontecimentos catastróficos.

Mas, os exércitos romanos demoliram os muros de Jerusalém, destruindo o templo e dispersando os judeus da Judéia; e como, ainda então, o Mestre não se havia revelado em poder e glória, os seus seguidores começaram a formular aquela crença que finalmente associava a segunda vinda de Cristo com o fim dos tempos, e mesmo com o fim do mundo.

(1918.6) 176:4.3 Jesus prometeu fazer duas coisas depois que ascendesse até o Pai, e depois que todo o poder no céu e na Terra tivesse sido colocado nas suas mãos.

Prometeu, primeiro, enviar ao mundo, e no seu lugar, um outro instrutor, o Espírito da Verdade; e isso ele fez no Dia de Pentecostes.

E, segundo, prometeu muito certamente, aos seus seguidores, que retornaria pessoalmente algum dia a este mundo.

Mas ele não disse como, onde, nem quando iria re-visitar este planeta, que foi o da sua experiência de auto-outorga na carne.

Numa ocasião ele deixou subentendido que, conquanto o olho da carne pudesse havê-lo contemplado, quando ele viveu aqui na carne, no seu retorno (pelo menos em uma das suas possíveis visitas), ele seria discernido apenas pelos olhos da fé espiritual.

(1919.1) 176:4.4 Muitos de nós inclinamos-nos a crer que Jesus retornará a Urântia diversas vezes durante as eras que virão.

Não temos a sua promessa específica de que fará todas essas visitas, mas parece muito provável que, trazendo entre os seus títulos do universo o de Príncipe Planetário de Urântia, por muitas vezes, ele visitará o mundo cuja conquista conferiu um título tão único a ele.

(1919.2) 176:4.5 Nós acreditamos de um modo muito firme que Michael virá de novo pessoalmente a Urântia, mas não temos a menor idéia de quando ou de que maneira escolherá fazer isso.

Será que o seu segundo advento na Terra está marcado para ocorrer junto com o julgamento final desta era presente, seja com ou sem o aparecimento interligado de um Filho Magisterial?

Será que ele virá junto com o término de alguma era posterior de Urântia?

Virá sem anúncio e como um acontecimento isolado?

Não sabemos.

De uma coisa apenas estamos seguros: de que, quando ele retornar, todo o mundo saberá disso,
provavelmente, pois ele deverá vir como o governante supremo de um universo e não anonimamente como uma obscura criança em Belém.

Mas se todos os olhos deverão contemplá-lo, e se apenas os olhos espirituais poderão discernir a sua presença, então, esse advento deverá ainda ser postergado em muito.

(1919.3) 176:4.6 Portanto, vós faríeis muito bem em desassociar o retorno pessoal do Mestre, à Terra, de toda e qualquer época ou evento estabelecido.

Estamos certos apenas de uma coisa:

Ele prometeu voltar.

Nenhuma idéia temos sobre quando ele irá cumprir essa promessa, nem em combinação com qual acontecimento isso dar- se-á.

Até onde sabemos, ele poderá aparecer na Terra a qualquer dia, e poderá não vir até que tenham passado as eras, umas após outras, e que hajam sido devidamente julgadas pelo corpo dos seus irmãos, os Filhos do Paraíso.

(1919.4) 176:4.7 O segundo advento de Michael na Terra é um acontecimento de um valor sentimental imenso, tanto para os seres intermediários quanto para os humanos; por outro lado, contudo, ele não seria de importância no momento presente para os intermediários, e não seria de importância prática maior para os seres humanos do que algo como o evento comum da morte natural, que precipita tão subitamente o homem mortal no abraço imediato daquela sucessão de eventos no universo, que o levam diretamente à presença desse mesmo Jesus, o governante soberano do nosso universo.

Os filhos da luz estão todos destinados a vê-lo, e não tem a menor importância se nós formos até ele, ou se, por acaso, ele vier primeiro a nós.

Estejais, portanto, sempre prontos para recebê-lo na Terra, como ele está pronto para acolher-vos no céu.

Aguardamos a sua vinda gloriosa, ou as suas vindas repetidas mesmo, com muita confiança, mas ignoramos completamente o como, o quando, e em ligação a qual evento ele poderá surgir.


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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qui Set 30, 2010 4:43 am

Olá irmão Pedro Paulo ótimo Texto e de fácil entendimento que meu espírito acolheu.
Esperemos a volta de Jesus... e dentro dos corações ele sempre vo
lta.





Pedro Paulo escreveu:(1919.4) 176:4.7 Estejais, portanto, sempre prontos para recebê-lo na Terra, como ele está pronto para acolher-vos no céu.

Documento 176 - 4. O Retorno de Michael

(1918.4) 176:4.1 Dentre todos os ensinamentos do Mestre, nenhum deles tem sido tão mal compreendido como a sua promessa de voltar algum dia pessoalmente a este mundo.

Não é estranho que Michael devesse estar interessado em retornar algum dia ao planeta em que experimentou a sua sétima e última auto-outorga, como um mortal deste reino.

É simplesmente natural acreditar que Jesus de Nazaré, agora governante soberano de um vasto universo, esteja interessado em retornar, não apenas uma, mas muitas vezes mesmo, ao mundo onde viveu uma vida tão única e onde, finalmente, conquistou do Pai, para si próprio, o outorgamento ilimitado de poder e autoridade sobre o universo.

Urântia será eternamente uma das sete esferas de natividade de Michael, no serviço de ganhar a soberania do universo.

(1918.5) 176:4.2 Em numerosas ocasiões, e para muitos indivíduos, Jesus declarou a sua intenção de retornar a este mundo.

Como os seus seguidores se despertaram para o fato de que o seu Mestre não iria atuar como um libertador temporal, e quando ouviram as suas previsões sobre a destruição de Jerusalém e a queda da nação judaica, muito naturalmente começaram a associar o seu retorno prometido a esses acontecimentos catastróficos.

Mas, os exércitos romanos demoliram os muros de Jerusalém, destruindo o templo e dispersando os judeus da Judéia; e como, ainda então, o Mestre não se havia revelado em poder e glória, os seus seguidores começaram a formular aquela crença que finalmente associava a segunda vinda de Cristo com o fim dos tempos, e mesmo com o fim do mundo.

(1918.6) 176:4.3 Jesus prometeu fazer duas coisas depois que ascendesse até o Pai, e depois que todo o poder no céu e na Terra tivesse sido colocado nas suas mãos.

Prometeu, primeiro, enviar ao mundo, e no seu lugar, um outro instrutor, o Espírito da Verdade; e isso ele fez no Dia de Pentecostes.

E, segundo, prometeu muito certamente, aos seus seguidores, que retornaria pessoalmente algum dia a este mundo.

Mas ele não disse como, onde, nem quando iria re-visitar este planeta, que foi o da sua experiência de auto-outorga na carne.

Numa ocasião ele deixou subentendido que, conquanto o olho da carne pudesse havê-lo contemplado, quando ele viveu aqui na carne, no seu retorno (pelo menos em uma das suas possíveis visitas), ele seria discernido apenas pelos olhos da fé espiritual.

(1919.1) 176:4.4 Muitos de nós inclinamos-nos a crer que Jesus retornará a Urântia diversas vezes durante as eras que virão.

Não temos a sua promessa específica de que fará todas essas visitas, mas parece muito provável que, trazendo entre os seus títulos do universo o de Príncipe Planetário de Urântia, por muitas vezes, ele visitará o mundo cuja conquista conferiu um título tão único a ele.

(1919.2) 176:4.5 Nós acreditamos de um modo muito firme que Michael virá de novo pessoalmente a Urântia, mas não temos a menor idéia de quando ou de que maneira escolherá fazer isso.

Será que o seu segundo advento na Terra está marcado para ocorrer junto com o julgamento final desta era presente, seja com ou sem o aparecimento interligado de um Filho Magisterial?

Será que ele virá junto com o término de alguma era posterior de Urântia?

Virá sem anúncio e como um acontecimento isolado?

Não sabemos.

De uma coisa apenas estamos seguros: de que, quando ele retornar, todo o mundo saberá disso,
provavelmente, pois ele deverá vir como o governante supremo de um universo e não anonimamente como uma obscura criança em Belém.

Mas se todos os olhos deverão contemplá-lo, e se apenas os olhos espirituais poderão discernir a sua presença, então, esse advento deverá ainda ser postergado em muito.

(1919.3) 176:4.6 Portanto, vós faríeis muito bem em desassociar o retorno pessoal do Mestre, à Terra, de toda e qualquer época ou evento estabelecido.

Estamos certos apenas de uma coisa:

Ele prometeu voltar.

Nenhuma idéia temos sobre quando ele irá cumprir essa promessa, nem em combinação com qual acontecimento isso dar- se-á.

Até onde sabemos, ele poderá aparecer na Terra a qualquer dia, e poderá não vir até que tenham passado as eras, umas após outras, e que hajam sido devidamente julgadas pelo corpo dos seus irmãos, os Filhos do Paraíso.

(1919.4) 176:4.7 O segundo advento de Michael na Terra é um acontecimento de um valor sentimental imenso, tanto para os seres intermediários quanto para os humanos; por outro lado, contudo, ele não seria de importância no momento presente para os intermediários, e não seria de importância prática maior para os seres humanos do que algo como o evento comum da morte natural, que precipita tão subitamente o homem mortal no abraço imediato daquela sucessão de eventos no universo, que o levam diretamente à presença desse mesmo Jesus, o governante soberano do nosso universo.

Os filhos da luz estão todos destinados a vê-lo, e não tem a menor importância se nós formos até ele, ou se, por acaso, ele vier primeiro a nós.

Estejais, portanto, sempre prontos para recebê-lo na Terra, como ele está pronto para acolher-vos no céu.

Aguardamos a sua vinda gloriosa, ou as suas vindas repetidas mesmo, com muita confiança, mas ignoramos completamente o como, o quando, e em ligação a qual evento ele poderá surgir.

Very Happy cheers

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qui Out 07, 2010 1:13 am

Documento 119 - As Auto-outorgas de Cristo Michael

(1308.3) 119:0.3 Quando o Filho Eterno outorga um Filho Criador a um universo local projetado, esse Filho Criador assume a inteira responsabilidade de completar, controlar e compor esse novo universo; e isso inclui uma promessa, à Trindade eterna, de não assumir a plena soberania da nova criação antes de completar com êxito, como criatura, as suas sete auto-outorgas, e até que estas estejam certificadas pelos Anciães dos Dias do superuniverso da sua jurisdição.

Essa obrigação é assumida por todos os Filhos Michaéis, que se fazem voluntários para sair do Paraíso e engajar-se na organização e na criação de um universo.

(1308.4) 119:0.4 Esses Filhos divinos são inatamente justos, entretanto, em conseqüência das sucessivas experiências de auto-outorga, eles tornam-se mais compreensivos na misericórdia; eles são naturalmente misericordiosos, mas essas experiências os fazem misericordiosos de um modo adicionalmente novo.

Tais auto-outorgas são os últimos passos, na sua educação e aprendizado, para a sublime tarefa de governar o universo local com a retidão divina e o julgamento justo.

(1308.6) 119:0.6 Os Filhos Michaéis começam os seus trabalhos de organização de um universo tendo uma compreensão plena e justa das várias ordens de seres que eles criaram.

São grandes as reservas de misericórdia que eles têm por todas essas diferentes criaturas, e também grande é a piedade por todos aqueles que erram e se debatem dentro do pântano egoísta gerado por eles próprios.

Todavia, esses dons de justiça e retidão não serão suficientes, segundo estimam os Anciães dos Dias.

Estes governantes trinos dos superuniversos nunca certificarão um Filho Criador, como Soberano do Universo, antes que ele haja realmente adquirido o ponto de vista das suas próprias criaturas, por meio da experiência factual no ambiente das existências delas e como uma dessas mesmas criaturas.

Desse modo, esses Filhos transformam-se nos governantes informados e compreensivos, chegam a conhecer os vários grupos de seres aos quais eles governam e sobre os quais exercem a autoridade universal.

Pela experiência viva, eles adquirem a misericórdia prática, o juízo equânime e a paciência, nascidos da experimentação de uma existência como a da própria criatura.

(1309.1) 119:0.7 O universo local de Nébadon é agora governado por um Filho Criador que completou o seu serviço de auto-outorgas; ele tem, agora, a soberania em supremacia justa e misericordiosa sobre todos os vastos reinos do seu universo em evolução e perfeccionamento. Michael de Nébadon é a outorga de número 611 121 do Filho Eterno aos universos do tempo e do espaço; e ele começou a organização do vosso universo local há cerca de quatrocentos bilhões de anos.

Michael preparou-se para a sua primeira aventura de auto-outorga por volta da época em que Urântia estava tomando a sua forma atual, há um bilhão de anos.

As suas auto-outorgas ocorreram em intervalos de cento e cinqüenta milhões de anos, a última tendo tido lugar em Urântia, há cerca de dezenove séculos.




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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qui Out 07, 2010 3:59 pm

Documento 119 - 1. A Primeira Auto-outorga

(1309.2) 119:1.1 Foi uma ocasião solene, em Sálvington, há quase um bilhão de anos, quando os diretores e dirigentes do universo de Nébadon, reunidos, ouviram Michael anunciar que o seu irmão mais velho, Emanuel, iria dentro em breve assumir a autoridade sobre Nébadon, enquanto ele (Michael) estaria ausente para uma missão não explicada.

Nenhuma outra anunciação foi feita sobre essa operação, exceto que a transmissão da despedida, aos Pais da Constelação, entre outras instruções, dizia:

“E, por esse período, eu deixo-vos entregues aos cuidados de Emanuel, enquanto vou cumprir o mandado do meu Pai, do Paraíso”.

(1309.3) 119:1.2 “Eu vos deixo, mas por uma breve temporada.

Muitos entre vós, eu sei, iriam comigo, entretanto, para onde vou, não podeis ir.

O que irei fazer, não podeis fazê-lo.

Vou cumprir a vontade das Deidades do Paraíso; e, quando houver terminado a minha missão e houver adquirido essa experiência, retornarei a este meu lugar, junto de vós”.

E tendo dito isso, Michael de Nébadon desapareceu da vista de todos aqueles seres reunidos; e não reapareceu senão após vinte anos do tempo-padrão.

Em toda a Sálvington, apenas a Ministra Divina e Emanuel sabiam o que se passava; e o União dos Dias compartilhou esse segredo apenas com o dirigente executivo do universo, Gabriel, o Brilhante Estrela Matutino.

(1309.4) 119:1.3 Até o terceiro dia, depois da partida de Michael, nenhuma mensagem de significado maior havia sido recebida.

Nesse dia, uma comunicação foi registrada em Sálvington, vinda da esfera Melquisedeque, a sede dessa ordem, em Nébadon, que dava simplesmente a notícia de um acontecimento extraordinário e nunca antes registrado:

“Ao meio-dia de hoje apareceu, no campo de recepção deste mundo, um estranho Filho Melquisedeque, cuja numeração não é a nossa, mas que é exatamente como os da nossa ordem.

Ele estava acompanhado de um omniafim solitário, que trazia credenciais de Uversa e que apresentou as ordens, dirigidas ao nosso chefe, vindas dos Anciães dos Dias e certificadas por Emanuel de Sálvington, instruindo que esse novo Filho Melquisedeque fosse recebido na nossa ordem e designado ao serviço de emergência dos Melquisedeques de Nébadon.

E assim foi ordenado; e assim foi feito”.

(1310.1) 119:1.4 E isso é tudo o que aparece nos registros de Sálvington a respeito da primeira auto-outorga de Michael.

E esse registro, que eu revi muito recentemente, é encerado do modo seguinte:

(1310.2) 119:1.5 “E nesse dia, ao meio-dia, sem anúncio prévio e testemunhado apenas por três seres da nossa fraternidade, esse Filho visitante da nossa ordem desapareceu do nosso mundo, tal como chegara, acompanhado apenas de um omniafim solitário; e esse registro é agora fechado com o certificado de que esse visitante viveu como um Melquisedeque; à semelhança de um Melquisedeque; que trabalhou como um Melquisedeque e que cumpriu todos os seus compromissos fielmente, como um Filho emergencial da nossa ordem.

Por consenso universal, tornou-se dirigente dos Melquisedeques, havendo conquistado o nosso amor e a nossa adoração, pela sua incomparável sabedoria, amor supremo e uma devoção extraordinária ao dever.

Ele nos amou, compreendeu-nos e serviu a nós; e, para sempre, seremos os seus leais e devotados companheiros Melquisedeques, pois esse estranho no nosso mundo tornou-se agora eternamente um ministro de natureza Melquisedeque”.

(1310.3) 119:1.6 E, pelo que me é permitido contar-vos, isso é tudo, sobre a primeira auto-outorga de Michael.


Última edição por Pedro Paulo em Seg Out 11, 2010 4:53 am, editado 3 vez(es)

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Sex Out 08, 2010 4:11 pm

Documento 119 - 2. A Segunda Auto-outorga

(1310.4) 119:2.1 Durante quase cento e cinqüenta milhões de anos, depois da auto-outorga de Michael como um Melquisedeque, tudo ia bem no universo de Nébadon, até que problemas começaram a ser gerados no sistema 11, da constelação 37.

Esses problemas envolviam um mal-entendido da parte de um Filho Lanonandeque, o Soberano do Sistema, sobre algo que havia sido sentenciado pelos Pais da Constelação e aprovado pelo Fiel dos Dias, o conselheiro do Paraíso para aquela constelação; no entanto, o Soberano daquele Sistema, que mantinha um protesto, não se resignou completamente quanto ao veredicto.

Após mais de cem anos de insatisfação, ele levou os seus colaboradores a uma rebelião contra a soberania do Filho Criador, das mais vastas e desastrosas que jamais foram instigadas no universo de Nébadon; uma rebelião que, há muito tempo, já foi julgada e terminada pela ação dos Anciães dos Dias de Uversa.

(1311.1) 119:2.2 Lutêntia, o rebelde Soberano de Sistema, havia reinado supremo no seu planeta- sede por mais de vinte anos do tempo-padrão de Nébadon; após o que, com a aprovação de Uversa, os Altíssimos ordenaram a sua segregação e requisitaram aos governantes de Sálvington a designação de um novo Soberano do Sistema, para assumir a direção daquele sistema de mundos habitados, então confuso e destroçado.

(1311.2) 119:2.3 Com a recepção desse pedido em Sálvington, simultaneamente Michael iniciou a segunda daquelas proclamações extraordinárias com a intenção de manter-se ausente da sede-central do universo, com o propósito de “cumprir o mandado do meu Pai do Paraíso”; prometendo “voltar no tempo devido” e concentrando toda a autoridade nas mãos do seu irmão do Paraíso, Emanuel, União dos Dias.

(1311.3) 119:2.4 Três dias após essa inexplicada partida, apareceu, no corpo de reserva dos Filhos Lanonandeques primários de Nébadon, um membro novo e desconhecido.

Esse novo Filho surgiu ao meio-dia, sem anúncio prévio e acompanhado apenas por um tertiafim solitário, que trazia as credenciais dos Anciães dos Dias de Uversa, certificadas por Emanuel de Sálvington, ordenando que esse novo Filho fosse designado para o sistema 11, da constelação 37, como sucessor do deposto Lutêntia e, com autoridade plena, como Soberano do Sistema, até que fosse apontado um novo soberano.

(1311.4) 119:2.5 Por mais de dezessete anos do tempo universal, esse estranho e desconhecido governante temporário administrou os assuntos e sabiamente sentenciou sobre as dificuldades daquele sistema local, confuso e desmoralizado.

Nenhum Soberano de Sistema jamais foi amado tão ardentemente, nem honrado e respeitado com maior unanimidade.

Com justiça e com misericórdia, esse novo governante colocou em ordem aquele turbulento sistema; enquanto ministrava com cuidado a todos os seus súditos, oferecendo, até mesmo ao seu predecessor rebelde o privilégio de compartilhar do trono de autoridade, caso ele apenas pedisse perdão a Emanuel, pelos seus abusos. Lutêntia, porém, desprezou todas essas aberturas de misericórdia, sabendo bem que esse novo e estranho soberano do sistema não era nenhum outro senão Michael, o mesmo governante do universo a quem ele havia, muito recentemente, desafiado.

Todavia, milhões de seguidores desviados e iludidos aceitaram o perdão desse novo governante, conhecido, naquela época, como o Soberano Salvador do sistema de Palônia.

(1311.5) 119:2.6 E afinal veio aquele dia jubiloso, no qual chegou o Soberano de Sistema, recentemente apontado e designado pelas autoridades do universo, como o sucessor permanente do deposto Lutêntia; e todo o sistema de Palônia lamentou a partida do mais nobre e mais benigno governante de sistema que Nébadon jamais conhecera.

Ele foi amado por todo o sistema e adorado pelos seus companheiros de todos os grupos de Filhos Lanonandeques.

A sua partida não aconteceu sem cerimônias; uma grande celebração foi organizada, quando ele deixou a sede do sistema.

Até mesmo o seu predecessor faltoso enviou uma mensagem: “Justo e reto és tu em todas as tuas ações.

Mesmo continuando eu a rejeitar a lei do Paraíso, sou compelido a confessar que tu és um administrador justo e misericordioso”.

(1312.1) 119:2.7 E, então, esse governante transitório de um sistema rebelde partiu do planeta, onde teve permanência administrativa tão curta; e depois, ao terceiro dia, Michael aparecia em Sálvington e reassumia a direção do universo de Nébadon.




Última edição por Pedro Paulo em Seg Out 11, 2010 4:01 am, editado 1 vez(es)

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 12:17 am

Documento 119 - 3. A Terceira Auto-outorga

(1312.2) 119:3.1 O conselho supremo de Sálvington havia acabado de completar a consideração sobre o pedido dos Portadores da Vida, no planeta 217, do sistema 87, da constelação 61, de envio de um Filho Material, como assistente para eles.

Ora, esse planeta estava situado em um sistema de mundos habitados, no qual outro Soberano do Sistema havia-se desviado, em uma segunda dessas rebeliões em Nébadon, até aquela época.

(1312.3) 119:3.2 A pedido de Michael, a ação solicitada pelos Portadores da Vida desse planeta foi deferida, dependendo da consideração de Emanuel e do seu relatório sobre o assunto.

Michael novamente colocou a direção do universo nas mãos de Emanuel e, ao mesmo tempo, confiava o comando das forças celestes a Gabriel; e, havendo assim disposto das suas responsabilidades administrativas, despediu- se do Espírito Materno do Universo e desapareceu, no campo de embarque de Sálvington, precisamente como havia feito nas duas ocasiões anteriores.

(1312.4) 119:3.3 E, como poderia ter sido esperado, ao terceiro dia, surgia, sem ser anunciado, no mundo-sede-central do sistema 87, na constelação 61, um estranho Filho Material, acompanhado por um seconafim solitário, a quem havia sido dado o crédito dos Anciães dos Dias de Uversa e certificado por Emanuel de Sálvington.

Imediatamente, o Soberano do Sistema em exercício apontou esse novo e misterioso Filho Material, como Príncipe Planetário do mundo 217; e essa designação foi imediatamente confirmada pelos Altíssimos da constelação 61.

(1312.5) 119:3.4 Assim, esse Filho Material único começou a sua difícil carreira em um mundo em quarentena, por motivo de secessão e rebelião, mundo este localizado em um sistema sitiado e sem nenhuma comunicação direta com o resto do universo; e ele trabalhou sozinho, durante uma geração inteira de uma época planetária.

Esse Filho Material emergencial conseguiu o arrependimento e a regeneração do Príncipe Planetário e de todo o seu grupo de assessores; e testemunhou a restauração do planeta ao serviço leal, à lei do Paraíso, do modo como havia sido estabelecida, para os universos locais.

No devido tempo, um Filho e uma Filha Material chegaram a esse mundo rejuvenescido e redimido; e, depois de estarem devidamente instalados como governantes planetários visíveis, o Príncipe Planetário transitório ou emergencial partiu formalmente, desaparecendo pouco tempo depois, ao meio-dia.

Ao terceiro dia depois disso, Michael aparecia no seu lugar costumeiro, em Sálvington; e logo em seguida a transmissão do superuniverso difundia a quarta proclamação dos Anciães dos Dias, anunciando um novo avanço na soberania de Michael de Nébadon.

(1312.6) 119:3.5 A regeneração desse mundo isolado é um dos capítulos mais belos e tocantes, nos anais da salvação, de todo o Nébadon.

Ao final dessa missão, havia ficado evidente, para todo o Nébadon, por que o seu amado governante escolhera engajar-se nessas auto-outorgas reiteradas, doando- se à semelhança de certas ordens subordinadas de seres inteligentes.

(1313.1) 119:3.6 As auto-outorgas de Michael, como um Filho Melquisedeque, depois como um Filho Lanonandeque, e, em seguida, como um Filho Material, são igualmente misteriosas e além de quaisquer explicações.

Em cada instância, apareceu ele subitamente e como um indivíduo totalmente desenvolvido, na ordem da auto-outorga.

(1313.2) 119:3.7 Nunca, depois dessa maravilhosa outorga como Príncipe Planetário, em um mundo em isolamento e rebelião, nenhum dos Filhos ou Filhas Materiais em Nébadon se viu na tentação de reclamar das suas designações ou de ficar faltoso perante as dificuldades das suas missões planetárias.

Os Filhos Materiais sabem que, para todo o sempre, têm no Filho Criador do universo um soberano compreensivo e um amigo compassivo, daqueles que foram “testados, provados e aprovados sob todos os pontos de vista”, como devem ser testados e provados, eles próprios.

(1313.3) 119:3.8 A cada uma dessas missões, seguiu-se uma idade de serviço crescente e de lealdade, entre todas as inteligências celestes que têm a sua origem neste universo; enquanto cada idade, após essas auto-outorgas, foi caracterizada pelo avanço e aperfeiçoamento, em todos os métodos de administração do universo e em todas as técnicas de governo.

Desde essa outorga, nenhum Filho ou Filha Material jamais se colocou conscientemente em rebelião contra Michael; eles amam-no e honram-no, devotadamente, por demais, para rejeitá-lo conscientemente.

Apenas por meio de enganos e sofismas, os Adãos dos tempos recentes deixaram-se levar, por tipos mais altos de personalidades, até à rebeldia.



Última edição por Pedro Paulo em Seg Out 11, 2010 4:01 am, editado 1 vez(es)

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 3:58 am

Documento 119 - 4. A Quarta Auto-outorga

(1313.4) 119:4.1 Foi no final de uma lista de chamada milenar periódica de Uversa que Michael procedeu no sentido de colocar o governo de Nébadon nas mãos de Emanuel e Gabriel; e, claro está, relembrando o que acontecera nas vezes passadas, depois de tal ação, todos nós nos preparamos para testemunhar o desaparecimento de Michael, a caminho da sua quarta missão de auto-outorga; e não fomos mantidos à espera por muito tempo, pois, muito rapidamente, ele foi para o campo de embarque de Sálvington e desapareceu da nossa vista.

(1313.5) 119:4.2 Ao terceiro dia, após o seu desaparecimento para a outorga, observamos, nas transmissões universais para Uversa, novas e significativas notícias, vindas da sede-central seráfica de Nébadon “reportando a chegada não anunciada de um serafim desconhecido, acompanhado por um supernafim solitário e por Gabriel de Sálvington.

Esse serafim, sem registro, qualifica-se como sendo da ordem de Nébadon e traz as credenciais dos Anciães dos Dias de Uversa, certificadas por Emanuel de Sálvington. Esse serafim responde às provas demonstrando pertencer à ordem suprema dos anjos de um universo local, e foi já designado para o corpo de conselheiros de ensino”.

(1313.6) 119:4.3 Michael ficou ausente de Sálvington, durante essa auto-outorga, a seráfica, por um período de mais de quarenta anos-padrão do universo.

Durante esse tempo, ele permaneceu como conselheiro seráfico de ensino, aquilo que vós poderíeis chamar de um secretário particular, para vinte e seis instrutores-mestres diferentes, funcionando em vinte e dois mundos diferentes.

O seu compromisso último, ou terminal, foi como conselheiro e ajudante ligado a uma missão de auto-outorga de um Filho Instrutor da Trindade, no mundo 462, no sistema 84, da constelação 3, no universo de Nébadon.

(1314.1) 119:4.4 Nunca foi ele definitivamente identificado, até o momento do seu serviço na missão de auto-outorga desse Filho Instrutor da Trindade.

E assim tornou-se para sempre verdadeiro, a respeito dos anjos, que o seu Criador e Governante havia sido, “sob todos os pontos de vista, provado e testado, à semelhança da personalidade seráfica”.

(1314.2) 119:4.5 À medida que essas auto-outorgas sucessivas iam participando da natureza das formas cada vez mais baixas de vida no universo, Gabriel tornava-se cada vez mais um colaborador dessas aventuras de encarnação, funcionando na qualidade de ligação universal entre o auto-outorgado Michael e Emanuel, o governante atuante do universo.

(1314.3) 119:4.6 Agora, Michael havendo já passado pela experiência de outorga em três ordens de filhos seus, criados no universo: os Melquisedeques, os Lanonandeques, e os Filhos Materiais.

Em seguida, havia ele condescendido em personalizar-se à semelhança da vida angélica, como um serafim supremo, antes de volver a sua atenção para as várias fases das carreiras ascendentes das suas criaturas volitivas, da mais inferior das formas: os mortais evolucionários do tempo e do espaço.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 4:12 am

Documento 119 - 5. A Quinta Auto-outorga

(1314.4) 119:5.1 Há pouco mais de trezentos milhões de anos, do modo como o tempo é reconhecido em Urântia, testemunhamos uma daquelas transferências, para Emanuel, da autoridade sobre o universo; e constatamos as preparações de Michael para a partida.

Essa ocasião foi diferente das anteriores, pois ele anunciou que o seu destino era Uversa, a sede-central do superuniverso de Orvônton.

Pouco depois da sua partida de Sálvington, surgiu, nas transmissões de Uversa, uma afirmação significativa: “Chegou hoje um peregrino ascendente, não anunciado e não numerado, de origem mortal, vindo do universo de Nébadon, certificado por Emanuel de Sálvington e acompanhado por Gabriel de Nébadon.

Esse ser, não identificado, apresenta o status de um verdadeiro espírito e foi recebido na nossa fraternidade”.

(1314.5) 119:5.2 Se fôsseis a Uversa hoje, poderíeis ouvir contar sobre os dias em que Eventod permaneceu lá, esse peregrino especial e desconhecido, do tempo e do espaço, que ficou conhecido em Uversa por esse nome.

E esse mortal ascendente, uma personalidade no mínimo extraordinária, auto-outorgado e doado à semelhança exata do estágio já espiritual dos mortais ascendentes, viveu e atuou em Uversa, por um período de onze anos, do tempo-padrão de Orvônton.

Esse ser recebeu as designações e cumpriu os deveres de um espírito mortal, em comum com os seus companheiros de vários universos locais de Orvônton.

Sob “todos os pontos de vista, foi testado e provado, do mesmo modo que os seus companheiros”; e, em todas as ocasiões, demonstrou ser digno da confiança e da fé dos seus superiores e, ao mesmo tempo, infalivelmente atraiu para si o respeito e a admiração leal dos espíritos semelhantes seus.

(1315.1) 119:5.3 De Sálvington, seguimos a carreira desse espírito peregrino com um interesse evidente, sabendo muito bem, pela presença de Gabriel, que esse espírito peregrino despretensioso e sem número não era nenhum outro senão o soberano, em auto-outorga, do nosso universo local.

Essa primeira aparição de Michael, encarnado na função de uma etapa da evolução mortal, foi um evento que emocionou e cativou todo Nébadon.

Ele apareceu em Uversa, como um espírito mortal, totalmente desenvolvido e perfeitamente aperfeiçoado e, como tal, continuou a sua carreira, até o momento do avanço de um grupo de mortais ascendentes até Havona; depois do que manteve uma conversa com os Anciães dos Dias e, imediatamente, em companhia de Gabriel, deixou Uversa, subitamente e sem maior cerimônia, aparecendo, pouco depois, no seu lugar habitual em Sálvington.

(1315.2) 119:5.4 Só depois da consumação dessa auto-outorga, começamos a perceber que Michael iria encarnar-se provavelmente à semelhança das suas várias ordens de personalidades no universo: dos Melquisedeques mais elevados até os mortais de carne e sangue, nos mundos evolucionários, do tempo e do espaço.

(1315.3) 119:5.5 Até mesmo Gabriel confessa que não compreende o método pelo qual esse Filho do Paraíso e Criador de um universo, voluntariamente, assume a personalidade e vive a vida de uma das suas próprias criaturas subordinadas.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 4:19 am

Documento 119 - 6. A Sexta Auto-outorga

(1315.4) 119:6.1 Agora, que toda a Sálvington estava familiarizada com os preliminares de uma auto-outorga iminente, Michael reuniu os residentes da sede-central do planeta e, pela primeira vez, revelou o restante do plano de encarnação, anunciando que estava a ponto de deixar Sálvington, com o propósito de assumir a carreira de um mortal moroncial, nas cortes dos Pais Altíssimos, no planeta sede-central, da quinta constelação.

(1315.5) 119:6.2 Antes de deixar Sálvington para a sexta auto-outorga, Michael dirigiu-se aos habitantes reunidos na esfera e partiu, sob a vista de todos, acompanhado por um serafim solitário e pelo Brilhante Estrela Matutino de Nébadon.

Ao mesmo tempo em que a direção do universo havia sido confiada a Emanuel, havia uma distribuição, mais aberta, de responsabilidades administrativas.

(1315.6) 119:6.3 Michael apareceu na sede-central da constelação cinco, como um mortal moroncial amadurecido, de status ascendente.

Contudo, entre as muitas restrições a mim impostas, ao aceitar essa missão, está uma que me proíbe de desvelar os detalhes dessa maravilhosa carreira de Michael, como o mortal moroncial de Endantum.

(1316.1) 119:6.4 Quando Michael retornou dessa auto-outorga moroncial, ficou claro, para todos nós, que o nosso Criador se havia transformado em uma criatura companheira, que o Soberano do Universo era também um amigo e um ajudante compassivo, até para a mais baixa forma de inteligência criada nos seus reinos.

(1316.2) 119:6.5 Fomos informados previamente, por Gabriel, da época em que Michael se liberaria da outorga moroncial; e pudemos preparar uma recepção adequada em Sálvington.

Milhões e milhões de seres, vindos dos mundos-sede centrais das constelações de Nébadon, e a maioria dos residentes nos mundos adjacentes a Sálvington reuniu-se para dar-lhe as boas-vindas, como governante do universo.

Diante das nossas manifestações de boas-vindas e das expressões de apreço feitas a um Soberano tão vitalmente interessado nas suas criaturas, ele respondeu tão somente:

“Eu tenho apenas cuidado dos assuntos do meu Pai.Estou apenas dando cumprimento à satisfação dada aos Filhos do Paraíso, de amar e buscar compreender as suas criaturas”.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 4:27 am

Documento 119 - 7. A Sétima Auto-outorga, a Final

(1316.5) 119:7.2 O anúncio público de que Michael havia selecionado Urântia, como cenário dessa outorga final, foi feito pouco após havermos sabido do erro cometido por Adão e Eva.

E assim, por mais de trinta e cinco mil anos, o vosso mundo ocupou um lugar muito conspícuo nos conselhos de todo o universo.

Desde o primeiro passo até o último, até o retorno final e triunfante de Michael a Sálvington, como Soberano supremo do Universo, havia a mais completa divulgação universal sobre tudo que transpirava no vosso pequeno, mas altamente honorificado mundo.

(1316.6) 119:7.3 Até então, ele sempre surgira como um indivíduo plenamente desenvolvido, com a personalidade da ordem selecionada para a auto-outorga; e foi um anúncio emocionante aquele que foi transmitido de Sálvington, propalando que a criança de Belém havia nascido em Urântia.

(1316.7) 119:7.4 Nós, então, não apenas encaramos o fato de que o nosso Criador e amigo estava dando o passo mais incerto de toda a sua carreira, arriscando, aparentemente, a sua posição e autoridade nessa auto-outorga, como um recém-nascido desamparado; contudo, também entendemos que a sua experiência nessa outorga final e mortal iria eternamente entronizá-lo, como o Soberano ímpar e supremo do universo de Nébadon.

Por um terço de século, no tempo da Terra, todos os olhos, em todas as partes deste universo, focalizaram-se em Urântia.

Todas as inteligências entenderam que a última auto-outorga estava em progresso, e, como havíamos sabido, havia muito ainda, da rebelião de Lúcifer, em Satânia, e do desafeto de Caligástia em Urântia, e assim todos nós entendemos a intensidade do embate que aconteceria, quando o nosso condescendente governante se encarnasse, em Urântia, na forma humilde, à semelhança da carne mortal.

(1317.1) 119:7.5 Joshua ben José, o menino judeu, foi concebido e nasceu no mundo, exatamente como quaisquer outros meninos, antes e depois, exceto pelo fato de que este menino, em particular, era a encarnação de Michael de Nébadon, um Filho divino do Paraíso e o Criador de todo este universo local de coisas e seres.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 5:00 am

Documento 119 - 8. O Status de Michael Pós-outorgado

(1317.5) 119:8.1 Após a sua outorga final, e plena de êxito, em Urântia, Michael foi aceito, não apenas pelos Anciães dos Dias, como o governante soberano de Nébadon, mas também pelo Pai Universal, que o reconheceu como o dirigente estabelecido do universo local da sua própria criação.

(1318.1) 119:8.2 Foi necessário um período de quase um bilhão de anos, do tempo de Urântia, para completar a carreira de auto-outorgas de Michael e para efetivar o estabelecimento final da sua autoridade suprema no universo da sua própria criação.

Michael nasceu um criador, foi educado como um administrador e aperfeiçoado como um executivo; no entanto, foi-lhe pedido que conquistasse a sua própria soberania, por meio da experiência.

E assim, o vosso pequeno mundo tornou-se conhecido, em todo o Nébadon, como a arena onde Michael completou a experiência, que é requerida de todo Filho Criador do Paraíso, antes de ser-lhe dado o controle ilimitado e a direção do universo que ele próprio edificara.

(1318.2) 119:8.3 Ao completar as suas outorgas como criatura, Michael estava, não apenas estabelecendo a sua própria soberania, como estava, também, implementando a soberania, em evolução, de Deus, o Supremo.

No decurso dessas outorgas, o Filho Criador, não apenas se engajou em uma exploração descendente das várias naturezas das personalidades das criaturas, mas também realizou a revelação das vontades, variadamente diversificadas, das Deidades do Paraíso, cuja unidade sintética, como revelada pelos Criadores Supremos, é reveladora da vontade do Ser Supremo.

(1318.3) 119:8.4 Esses vários aspectos da vontade das Deidades são personalizados, eternamente, nas diferentes naturezas dos Sete Espíritos Mestres; e cada uma das auto-outorgas de Michael foi, peculiarmente, reveladora de uma dessas manifestações da divindade.

Na sua outorga Melquisedeque, ele manifestou o desejo unificado do Pai, do Filho e do Espírito; na sua outorga Lanonandeque, o desejo do Pai e do Filho; na sua outorga Adâmica, ele revelou a vontade do Pai e do Espírito; na sua outorga seráfica, a vontade do Filho e do Espírito; na sua outorga como mortal em Uversa, ele retratou a vontade do Agente Conjunto; na sua outorga moroncial mortal, a vontade do Filho Eterno; e na sua outorga material, em Urântia, ele viveu a vontade do Pai Universal, como um mortal, mesmo, em carne e sangue.

(1318.4) 119:8.5 A consumação completa dessas sete auto-outorgas resultou na liberação da soberania suprema de Michael e também na criação da possibilidade da soberania do Supremo, em Nébadon.

Em nenhuma das suas outorgas Michael revelou Deus, o Supremo; contudo, o conjunto e a soma total de todas as sete outorgas é uma nova revelação do Ser Supremo para Nébadon.

(1318.5) 119:8.6 Michael, um Filho Criador, é um criador no espaço e no tempo, mas Michael, um Filho Mestre sétuplo, é um membro de um dos corpos divinos que constituem a Ultimidade da Trindade.

(1318.6) 119:8.7 Ao passar pela experiência de revelar as vontades dos Sete Espíritos Mestres, saídos da Trindade, o Filho Criador passou pela experiência de revelar a vontade do Supremo.

(1319.1) 119:8.8 Urântia é o templo sentimental de todo o Nébadon, o mais importante entre os dez milhões de mundos habitados, o lar mortal de Cristo Michael, o soberano de todo o Nébadon, o ministro Melquisedeque dos reinos, o salvador de um sistema, o redentor Adâmico, o companheiro seráfico, o companheiro dos espíritos ascendentes, o progressor moroncial, o Filho do Homem, à semelhança da carne mortal, e o Príncipe Planetário de Urântia.

Os vossos registros dizem a verdade quando fazem constar que esse mesmo Jesus prometeu, em algum tempo, voltar ao mundo da sua outorga terminal, o Mundo da Cruz.

(1319.2) 119:8.9 [Este documento, que descreve as sete outorgas de Cristo Michael, é o sexagésimo terceiro de uma série de apresentações, promovidas por inúmeras personalidades, narrando a história de Urântia, até o tempo do aparecimento de Michael na Terra, à semelhança da carne mortal. A existência destes documentos foi autorizada por uma comissão de Nébadon, de doze membros ativos, sob a direção de Mantútia Melquisedeque. Nós ditamos estas narrativas e as colocamos na língua inglesa, por uma técnica autorizada pelos nossos superiores, no ano 1935 d.C. do tempo de Urântia.]

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OUTORGA DE MICHAEL

Mensagem  Eternia em Seg Out 11, 2010 5:40 am

Boa noite irmãos.
Pedro Paulo, obrigada pelos post sobre as outorgas de Nosso Criador.
Sempre que tenho um tempinho leio avidamente.
Há como eu baixar o livro completo de Urantia? (em português)
Grata, continue.

Eternia.
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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Seg Out 11, 2010 5:56 am

Olá e obrigado Eternia!

Eu baixei o livro do site abaixo, copiei e colei parte por parte no word do meu computador, mas tem em também em outros endereços na internet.

http://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/ler

Acho interessante saber da vida de Michael antes de nascer na carne na pessoa de Jesus Cristo, claro que postei um resumo para facilitar o entendimento, para buscar um entendimento mais aprofundado é melhor ler no livro mesmo.

Uma ótima semana!

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Antonio(Mago) em Ter Out 12, 2010 12:16 am

Na verdade o Livro de Urântia é de facílima compreensão, existe nele uma espécie de graduação de conhecimento e mesmo que não se possa entender outros escritos, ele está cheio de menságens que podem e devem ser decodificadas por todos até pelos leigos, pois quanto mais se vai adentrando nos seus escritos, mais se vai conhecendo o que ele desacortina.

Muita paz, luz e vida em todo nosso Ser.
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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Ter Out 12, 2010 9:15 pm

(1323.1) 120:0.1 Designado por Gabriel para supervisionar a reconstituição da narrativa da vida de Michael, enquanto esteve em Urântia, à semelhança da carne mortal, eu, Melquisedeque, diretor da comissão reveladora a que essa tarefa foi confiada, encontro-me autorizado a apresentar a narrativa de certos eventos imediatamente anteriores à vinda do Filho Criador a Urântia, durante a qual ele assumiu a última etapa da sua experiência de auto-outorgas no seu universo.

Documento 120 - A Auto-outorga de Michael em Urântia

(1323.2) 120:0.2 Antes dos eventos que imediatamente passarei a descrever, Michael de Nébadon havia-se outorgado por seis vezes, à semelhança de seis ordens diferentes de seres inteligentes da sua diversificada criação.

E, então, se preparou para descer até Urântia, à semelhança da carne mortal da sua mais baixa ordem de criaturas de vontade inteligente para, tal um humano do reino material, executar o ato final no drama da aquisição da soberania do universo, de acordo com os mandados dos Governantes divinos do universo dos universos, no Paraíso.

(1324.1) 120:0.4 Por conseguinte, Michael estava movido por um propósito duplo, ao realizar essas sete auto-outorgas vivendo como membro das várias ordens das suas criaturas no universo.

Em primeiro lugar, estava completando a experiência de entendimento das criaturas, que é requerida de todos os Filhos Criadores antes de assumirem totalmente a soberania.

Em segundo lugar, ele aspirava ao privilégio de representar a autoridade máxima da Trindade do Paraíso, a ser exercida numa administração pessoal e direta, em um universo local.

E, dessa forma, durante a experiência de cada uma das suas auto-outorgas no universo, Michael subordinou-se, voluntária e perfeitamente, às vontades variavelmente constituídas, de todas as diversas associações de pessoas da Trindade do Paraíso.

E isso significa que: na sua primeira auto-outorga, ele submeteu-se à vontade combinada de Pai, Filho e Espírito; na segunda, à vontade de Pai e Filho; na terceira, à vontade de Pai e Espírito; na quarta, à vontade de Filho e Espírito; na quinta, à vontade do Espírito Infinito; na sexta, à vontade do Filho Eterno.

E durante a sétima auto-outorga, a final, a ser feita em Urântia, ele submeter-se-ia à vontade do Pai Universal.

(1324.3) 120:0.6 Estando determinada, a época da sua auto-outorga final e, havendo escolhido o planeta no qual esse extraordinário evento teria lugar, Michael teve a costumeira conferência de pré-outorga com Gabriel e, então, apresentou-se perante o seu irmão mais velho do Paraíso, o seu conselheiro Emanuel.

(1325.2) 120:0.9 E dessa encomenda de outorga feita por Emanuel, ao governante do universo, o qual posteriormente se tornou Jesus de Nazaré (Cristo Michael) em Urântia, é-me permitido apresentar as seguintes passagens:

(1325.3) 120:1.1 “Meu irmão Criador: estou à beira de testemunhar a tua sétima auto-outorga no teu universo, e a última.

Perfizeste as seis missões anteriores com grande fidelidade e perfeição; não mantenho outro pensamento a não ser o de que serás igualmente triunfante nesta que é a tua auto-outorga terminal para alcançar a soberania.

Até este momento, surgiste nas esferas das tuas outorgas, como um ser plenamente desenvolvido da ordem escolhida por ti. Agora, estás na eminência de ir para Urântia, o planeta desordenado e turbulento da tua escolha, não como um mortal já plenamente desenvolvido, mas, sim, como um recém-nascido indefeso.

Para ti, irmão e companheiro, esta será uma experiência nova e ainda não provada.

Estás na iminência de haver pago todo o preço das auto-outorgas e à beira de experimentar o esclarecimento completo, que advém da encarnação de Criador, à semelhança de uma das suas criaturas.

(1325.4) 120:1.2 “Em cada uma das tuas auto-outorgas anteriores, escolheste estar sujeito voluntariamente à vontade das três Deidades do Paraíso e às interassociações divinas Delas.

Das sete fases da vontade do Supremo, tu te submeteste a todas nas tuas auto-outorgas anteriores; falta submeter-te apenas à vontade pessoal do teu Pai do Paraíso.

Agora, que elegeste submeter-te integralmente à vontade do teu Pai, na tua sétima auto-outorga, como representante pessoal do nosso Pai, eu assumo a jurisdição irrestrita do teu universo, durante o tempo da tua encarnação.

(1325.5) 120:1.3 “Para o ingresso na tua auto-outorga de Urântia, escolheste voluntariamente despojar-te de todo o apoio extraplanetário e de toda assistência que te pudesse ser dada, por qualquer criatura da tua própria criação.

Do mesmo modo que os teus filhos criados, de Nébadon, são inteiramente dependentes de ti, para o salvo-conduto, na carreira deles, através do universo; da mesma forma, agora deves tornar-te plena e irrestritamente dependente do teu Pai do Paraíso, para o teu salvo-conduto durante as vicissitudes não-reveladas da tua vindoura carreira mortal.

E, quando houveres terminado essa experiência, de autodoação, saberás, com profunda verdade, o significado pleno e o sentido abundante dessa confiança de fé que, tão invariavelmente, exiges que todas as tuas criaturas tenham como parte da relação íntima contigo, enquanto Criador local e Pai universal delas.

(1326.1) 120:1.4 “Na tua outorga de Urântia, necessitas preocupar-te com uma coisa apenas: a comunhão ininterrupta entre ti e o teu Pai do Paraíso.

E será por meio da perfeição desse relacionamento que o mundo da tua auto-outorga e, mesmo, todo o universo da tua criação, obterão uma revelação nova e mais compreensível do teu Pai e meu Pai, o Pai Universal de todos.

A tua preocupação, portanto, deverá ser somente com a tua vida pessoal em Urântia.

Plena e eficazmente, ficarei como o responsável pela segurança da continuidade da administração do teu universo, desde o momento da tua renúncia voluntária a essa autoridade, até que retornes para nós como o Soberano do Universo, confirmado pelo Paraíso, e até que recebas de volta, das minhas mãos, não a autoridade de vice-regente, que agora passas a mim, mas, sim, o poder e a jurisdição supremos do teu universo.

(1326.2) 120:1.5 “E, para que saibas com certeza que tenho o poder de fazer tudo o que estou prometendo agora (mesmo sabendo plenamente que eu próprio sou a certeza, dada por todo o Paraíso, de que a minha palavra cumprir-se-á fielmente), eu anuncio que me foi enviado um mandado dos Anciães dos Dias de Uversa precavendo Nébadon contra qualquer ameaça espiritual, durante o período integral da tua outorga voluntária.

Desde o momento no qual deixares de estar consciente, no começo dessa encarnação mortal, até que retornes a nós como soberano supremo e incondicional deste universo de tua própria criação e organização, nada de maior gravidade pode acontecer em todo o Nébadon.

Nesse ínterim, durante a tua encarnação, manterei eu as ordens dos Anciães dos Dias, comandando irrestritamente a extinção instantânea e automática de qualquer ser culpado de rebelião ou que presuma instigar a insurreição no universo de Nébadon, enquanto estiveres ausente nessa auto-outorga.

Meu irmão, em face da autoridade do Paraíso, inerente à minha presença e implementada pelo mandado judicial de Uversa, o teu universo e todas as suas leais criaturas estarão seguras durante a tua auto-outorga.

Podes prosseguir na tua missão, com um pensamento apenas: a intensificação da revelação do nosso Pai, aos seres inteligentes do teu universo.

(1326.3) 120:1.6 “Devo lembrar-te de que, como em cada uma das tuas auto-outorgas anteriores, exercerei eu a jurisdição do teu universo, como um irmão e fiel comissionado.

Em teu nome exercerei toda a autoridade e poder. Funcionarei como o nosso Pai do Paraíso e de acordo com o teu pedido explícito de que atue eu assim no teu lugar.

E, sendo esses os fatos, toda esta autoridade delegada agora, será de novo tua para que a exerças, em qualquer momento que julgues adequado requerê-la de volta.

A tua auto-outorga é, na sua totalidade, plenamente voluntária.

Como um mortal encarnado no reino, encontrar-te-ás desprovido de dons celestes, mas todo o teu poder abandonado poderá ser recuperado a qualquer momento e tão logo decidires reinvestir-te da autoridade universal.

Se escolheres reinstalar-te em poder e em autoridade, lembra-te de que será unicamente por razões pessoais, já que eu sou o compromisso vivo cuja presença e promessa garantem uma administração segura ao teu universo de acordo com o desejo do teu Pai.

A rebelião, tal como aconteceu por três vezes em Nébadon, não poderá ocorrer durante a tua ausência de Sálvington, para essa outorga.

Os Anciães dos Dias decretaram que qualquer rebelião em Nébadon, durante o período da tua outorga de Urântia, seja automaticamente investida com a semente do seu próprio aniquilamento.

(1326.4) 120:1.7 “Em todo o tempo durante o qual ficarás ausente, nessa outorga final e extraordinária, comprometo-me (com a cooperação de Gabriel) fazer uma administração fiel do teu universo; e, ao comissionar-te para que assumas esse ministério de revelação divina e para que passes pela experiência do entendimento humano perfeccionado, eu atuo em nome do nosso Pai e te ofereço os conselhos seguintes, que devem guiar-te enquanto viveres a tua vida terrena, à medida que tu te tornares progressivamente autoconsciente da tua missão divina, na tua permanência na carne”

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qua Out 13, 2010 1:06 am

Documento 120 - 2. As Limitações da Auto-outorga

(1327.1) 120:2.1 “1. De acordo com os costumes, e em conformidade com a técnica de Sonárington — cumprindo os mandados do Filho Eterno do Paraíso — , tomei todas as providências para a tua imediata entrada nessa auto-outorga mortal, em harmonia com os planos formulados por ti e entregues a mim por Gabriel.

Tu crescerás em Urântia como uma criança do reino; completarás a tua educação humana — submetido todo o tempo à vontade do teu Pai do Paraíso — , viverás a tua vida em Urântia como o determinaste tu mesmo; completarás a tua estada planetária e preparar-te-ás para a ascensão até o teu Pai, para receber Dele a soberania suprema do teu universo.

(1327.2) 120:2.2 “2. Independentemente da tua missão na Terra e da revelação que farás ao universo, mas como uma conseqüência advinda disso, Eu aconselho-te, depois que estiveres suficientemente autoconsciente da tua identidade divina, que assumas a tarefa adicional de dar por finda, tecnicamente, a rebelião de Lúcifer, no sistema de Satânia; e que tu faças tudo isso como o Filho do Homem; e, assim, enquanto criatura mortal do reino, na fraqueza tornada poderosa pela submissão-fé à vontade do teu Pai, sugiro que graciosamente realizes tudo aquilo que, reiteradamente tu te declinaste de executar de modo arbitrário, pela via do poder e da força com as quais eras dotado à época em que essa rebelião pecaminosa e injustificada ainda estava incipiente.

Eu consideraria um ápice adequado, à tua auto-outorga mortal, se retornasses a nós, como o Filho do Homem e Príncipe Planetário de Urântia, tanto quanto Filho de Deus e soberano supremo do teu universo.

Como homem mortal, o tipo mais baixo de criatura inteligente de Nébadon, enfrenta e faze o julgamento das pretensões blasfemas de Caligástia e Lúcifer e, nesse assumido estado de humildade, dá um fim, para todo o sempre, às representações equivocadas e errôneas e às falsidades vergonhosas cometidas por esses filhos caídos da luz.

Já que te negaste, firmemente, a desacreditar esses rebeldes, por meio do exercício das tuas prerrogativas de criador, seria próprio que tu, agora, na semelhança da mais baixa criatura da tua criação, tirasses das mãos desses Filhos caídos o domínio, de modo que todo o teu universo local reconheça, para sempre, e de forma clara, a justiça do teu ato, feito enquanto tu estiveste no papel de mortal na carne, que é o de efetuar coisas que a tua misericórdia admoestou-te que não fizesses por meio do poder de uma autoridade arbitrária.

E, havendo assim estabelecido, com a tua outorga, a possibilidade da soberania do Supremo em Nébadon, tu irás, com efeito, trazer um encerramento para os assuntos, não julgados ainda, de todas as insurreições precedentes, não obstante o lapso de tempo, maior ou menor, que seja gasto na realização dessa tarefa.
Em essência, com esse ato, as dissidências pendentes no teu universo serão liquidadas.

E, com o subseqüente dom da soberania suprema que terás, no teu universo, os desafios semelhantes à tua autoridade não poderão nunca ser recorrentes, em qualquer parte da tua grande criação pessoal.

(1327.3) 120:2.3 “3. Quando houveres obtido o êxito, que sem dúvida irás ter, em terminar com a secessão de Urântia, eu aconselho-te a aceitar que Gabriel confira a ti o título de “Príncipe Planetário de Urântia”, em reconhecimento eterno, da parte do teu universo, à tua experiência final de auto-outorga; e, que daí em diante, faças todas e quaisquer coisas consistentes com o propósito da tua outorga e que possam servir aos seres de Urântia, como compensação pelo sofrimento e confusão produzidos neste mundo, pela traição de Caligástia e a subseqüente falta Adâmica.

(1328.1) 120:2.4 “4. Gabriel e todos aqueles que estiverem envolvidos, de acordo com o teu pedido, cooperarão contigo na realização do teu desejo expresso de culminar a auto-outorga em Urântia com o pronunciamento de um juízo dispensacional daquele reino, acompanhado do encerramento de uma era, com a ressurreição dos mortais sobreviventes adormecidos e com o estabelecimento da dispensação do Espírito da Verdade, a ser concedido.

(1328.2) 120:2.5 “5. No que concerne ao planeta da tua outorga e à geração imediata dos homens que viverão contemporaneamente à tua autodoação mortal, aconselho-te que atues predominantemente segundo o papel de mestre.

Dá atenção, primeiro, à libertação e à inspiração da natureza espiritual do homem.

Em seguida, ilumines o obscurecido intelecto humano; alivies as almas dos homens e emancipes as suas mentes de temores ancestrais.

E então, com a tua sabedoria mortal, que atendas ao bem-estar físico e ao alívio das condições materiais dos teus irmãos na carne.

Vive a vida religiosa ideal, para inspiração e edificação de todo o teu universo.

(1328.3) 120:2.6 “6. No planeta da tua outorga, libera espiritualmente o homem segregado pela rebelião.

Em Urântia, dá mais uma contribuição à soberania do Supremo, estendendo, assim, o estabelecimento dessa soberania até os amplos domínios da tua criação pessoal.

Nesta, que será a tua outorga na matéria, à semelhança da carne, tu irás experimentar o esclarecimento final de um Criador no tempo-espaço: terás a experiência dual de trabalhar de dentro da natureza humana mas com a vontade do teu Pai do Paraíso.

Na tua vida temporal, a vontade da criatura finita e a vontade do Criador Infinito estão para tornar-se uma, da mesma forma que também estão unindo-se na Deidade evolutiva do Ser Supremo.

Derrama, por sobre o planeta da tua auto-outorga, o Espírito da Verdade e, assim, faze com que a todos os mortais normais daquela esfera isolada seja imediata e plenamente acessível a recepção e o ministério da presença distinguida do nosso Pai do Paraíso, o Ajustador do Pensamento dos reinos.

(1328.4) 120:2.7 “7. Em tudo que puderes realizar no mundo da tua outorga, tem constantemente em mente que estarás vivendo uma vida para a instrução e edificação de todo o teu universo.

Que estarás autodoando-te nessa vida de encarnação mortal, em Urântia, mas que essa vida tu irás viver para a inspiração espiritual de todas as inteligências humanas e supra-humanas que já viveram, que existem agora ou que ainda possam viver, em todos os mundos habitados, já formados, que ora se formam ou que ainda possam vir a se formar, como parte da vasta galáxia do teu domínio administrativo.

A tua vida na Terra à semelhança da carne mortal não será, dessa forma, vivida para se constituir apenas em um exemplo para os mortais de Urântia, nos dias da tua permanência na Terra, nem apenas para qualquer geração subseqüente de seres humanos em Urântia ou em qualquer outro mundo.

A tua vida na carne, em Urântia, será, mais que tudo, a inspiração para todas as vidas, sobre todos os mundos de Nébadon, para todas as gerações nas eras que estão para vir.

(1328.5) 120:2.8 “8. Essa tua grande missão, a ser realizada e experienciada na encarnação mortal, está abrangida pela tua decisão de viver uma vida dedicada do fundo do coração a fazer a vontade do teu Pai do Paraíso; e, assim, dedicada a revelar a Deus, o teu Pai, na carne, e especialmente às criaturas da carne.

Ao mesmo tempo, irás também interpretar, com uma nova força de engrandecimento, o nosso Pai, para os seres supramortais de todo o Nébadon.

Da mesma forma, com esse ministério de nova revelação e interpretação ampliada do Pai do Paraíso, para os tipos de mente humana e supra-humana, tu funcionarás de modo a fazer, também, uma nova revelação do homem para Deus.

Demonstra, na tua curta vida na carne, de forma nunca antes vista em todo o Nébadon, as possibilidades transcendentes daquilo que pode ser alcançado por um ser humano conhecedor de Deus, durante a curta carreira na existência mortal; e faze uma interpretação iluminadora e nova do homem e das vicissitudes da vida planetária dele, para todas as inteligências supra-humanas de todo o Nébadon, para todo o sempre.

Tu estás à beira de descer até Urântia, à semelhança da carne mortal, e de viver como um homem do teu tempo e geração e, assim, irás atuar de modo a mostrar ao teu universo inteiro o ideal da técnica perfeccionada, do engajamento supremo, no cuidado dos assuntos da tua vasta criação: o êxito que tem Deus, na Sua busca do homem, encontrando-o e o fenômeno do homem procurando Deus e encontrando-O; e tu farás tudo isso, para satisfação mútua, e o farás em um curto período de vida na carne.

(1329.1) 120:2.9 “9. Recomendo que tenhas sempre em mente, ainda que de fato estejas para tornar-te um humano comum do reino, que permanecerás sendo um Filho Criador do Pai do Paraíso, em potencial.

Durante essa encarnação, ainda que estejas vivendo e agindo como um Filho do Homem, os atributos criadores da tua divindade pessoal acompanhar-te-ão, desde Sálvington até Urântia.

Sob a decisão da tua vontade estará sempre o poder de dar por finda a encarnação, a qualquer momento, após a chegada do teu Ajustador do Pensamento.

Antes da chegada e da recepção do Ajustador, garantir-te-ei eu a tua integridade de personalidade.

Contudo, após a chegada do teu Ajustador e concomitantemente com o teu progressivo reconhecimento da natureza e importância da tua missão de outorga, deverás abster-te da formulação de qualquer vontade, realização ou poder supra-humano, tendo em vista o fato de que as tuas prerrogativas de criador permanecerão associadas à tua personalidade mortal, dada a inseparabilidade entre esses atributos e a tua presença pessoal.

Nenhuma repercussão supra-humana acompanhará, pois, a tua carreira na Terra, fora da vontade do Pai do Paraíso, a menos que, por um ato de vontade consciente e deliberada, tu tomes a decisão cabal que culmine em uma opção pela tua personalidade total”.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qua Out 13, 2010 5:05 am

Documento 120 - 3. Conselhos e Exortações Adicionais

(1329.2) 120:3.1 “E pois, agora, meu irmão, deixando-te enquanto te preparas para partir para Urântia e após haver feito esse aconselhamento a respeito da conduta geral, na tua outorga, permite-me apresentar certos conselhos que me ocorreram quando em consulta com Gabriel e que dizem respeito a aspectos menores da tua vida mortal. Assim pois sugerimos, ainda:

(1329.3) 120:3.2 “1. Na busca do ideal, na tua vida mortal na Terra, dês alguma atenção também a dar o exemplo na realização de algumas coisas práticas e de ajuda imediata para os teus semelhantes mortais.

(1329.4) 120:3.3 “2. No que diz respeito às relações familiares, dês precedência aos costumes consagrados de vida familiar, do modo como os encontrares estabelecidos nos dias e geração da tua auto-outorga.

Vive a tua vida de família e comunidade, de acordo com as práticas dos povos entre os quais elegeste aparecer.

(1329.5) 120:3.4 “3. Nas tuas relações com a ordem social, aconselhamos que dirijas os teus esforços mais à regeneração espiritual e à emancipação intelectual.

E que evites quaisquer entrelaçamentos com a estrutura econômica e comprometimentos políticos com os teus dias.

Mais especificamente, que devote-te a viver a vida religiosa ideal em Urântia.

(1329.6) 120:3.5 “4. Em nenhuma circunstância nem mesmo quanto ao menor detalhe, deverias interferir na ordem da evolução progressiva e normal das raças de Urântia.

Que essa proibição, no entanto, não seja interpretada como limitadora dos teus esforços para deixar, atrás de ti, um sistema duradouro e melhorado deética religiosa positiva.

Como um Filho dispensacional, a ti são concedidos certos privilégios no que concerne ao avanço no desenvolvimento espiritual e religioso dos povos daquele mundo.

(1330.1) 120:3.6 “5. À medida que considerares adequado, poderás identificar-te com movimentos espirituais e religiosos existentes, da forma como forem encontrados em Urântia; mas procura, de todas as maneiras possíveis, evitar o estabelecimento formal de um culto organizado, de uma religião cristalizada ou da formação de um agrupamento ético de seres mortais que seja segregador.

A tua vida e os teus ensinamentos estão destinados a se transformarem na herança comum de todas as religiões e de todos os povos.

(1330.2) 120:3.7 “6. Com a finalidade de que não contribuas, desnecessariamente, para a criação de sistemas subseqüentes estereotipados de crenças religiosas, em Urântia, ou de outros tipos de lealdades a religiões que possam não ser progressivas, aconselhamos-te ainda que:

Não deixes documentos escritos para trás de ti, naquele planeta.

Exime-te de deixar escritos feitos em materiais permanentes; conclama os teus semelhantes a não criarem imagens ou outras figuras da tua figura, como um Michael encarnado.

Assegura-te de que nada potencialmente idólatra seja deixado no planeta, à época da tua partida.

(1330.3) 120:3.8 “7. Embora vivendo a vida normal social comum no planeta, como um indivíduo normal do sexo masculino, possivelmente não terás relações matrimoniais, ainda que essas poderiam ser inteiramente honrosas e consistentes com a tua outorga; mas devo lembrar-te de que um dos mandados de Sonárington, que regem as encarnações, proíbe aos Filhos do Paraíso que deixem qualquer descendência humana, em qualquer planeta da sua auto-outorga.

(1330.4) 120:3.9 “8. Com respeito a qualquer outro detalhe da tua outorga vindoura, nós encomendamos o teu ser ao guiamento do Ajustador residente, aos ensinamentos do espírito divino sempre presente, este mesmo espírito que guia os humanos, e ao julgamento da razão da tua mente em expansão de dotação hereditária humana.

Tal associação de atributos de criatura e Criador, segundo cremos, capacitar-te-á a viver para nós a vida perfeita de homem nas esferas planetárias; uma vida perfeita, não necessariamente do ponto de vista de um homem específico, em um mundo determinado (e menos ainda o de Urântia), mas plena e supremamente completa, se avaliada pelos mundos mais altamente perfeccionados, ou em via de perfeccionamento, do teu vasto universo.

(1330.5) 120:3.10 “E agora, possa o teu Pai, e meu Pai, que sempre nos apoiou em nossos trabalhos anteriores, guiar-te e sustentar-te e estar contigo a partir do momento em que nos deixares para realizar a rendição da tua consciência de personalidade, até o momento de retornares gradualmente ao reconhecimento da tua identidade divina, encarnada na forma humana e, mesmo, por todo o período da tua experiência da auto-outorga em Urântia, até a tua liberação da carne e a tua ascensão à mão direita do nosso Pai, em soberania.

E, quando novamente eu te vir em Sálvington, desejo saudar o teu retorno a nós, já sendo tu o soberano supremo e incondicional deste universo, da tua criação, do teu serviço e da tua plena compreensão.

(1330.6) 120:3.11 “Em teu lugar, eu reino agora.

E assumo a jurisdição de todo o Nébadon, como soberano ativo, durante todo o ínterim da tua auto-outorga, a sétima e mortal, em Urântia.

E a ti, Gabriel, passo a missão da salvaguarda do Filho do Homem, que está prestes a vir, até o momento em que ele haja retornado a mim, pleno de glória e poder, como o Filho do Homem e o Filho de Deus.

E, Gabriel, sou eu o vosso soberano até que Michael a nós retorne.”

(1330.7) 120:3.12 Imediatamente, então, e em presença de toda a Sálvington reunida, Michael retirou-se do nosso meio; e nós não mais o vimos no seu lugar de costume, até o seu retorno como governante supremo e pessoal do universo; após o cumprimento da sua carreira de auto-outorga em Urântia.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Qua Out 13, 2010 4:38 pm

Documento 120 - 4. A Encarnação — de Dois, Fazer Um

(1331.1) 120:4.1 E, assim, todos aqueles filhos indignos de Michael, os mesmos que haviam acusado o seu Pai-Criador de buscar egoisticamente o governo e que se atreveram a insinuar que o Filho Criador se estava mantendo no poder, arbitrária e autocraticamente, em virtude da lealdade nada razoável de um universo iludido de criaturas subservientes, estavam pois já a ponto de serem silenciados para sempre e deixados em confusão e desilusão, em conseqüência de uma vida de doação e serviço e auto-esquecimento, na qual o Filho de Deus entraria como Filho do Homem — submetendo-se sempre à “vontade do Pai do Paraíso”.

(1331.2) 120:4.2 Contudo, ao lerdes esses documentos, que não cometais nenhum engano; Cristo Michael, ainda que sendo um ser de origem dual, nunca foi uma personalidade dupla.

Ele não foi Deus, em associação com o homem; mas foi, sim, Deus encarnado no homem.

E ele foi sempre, precisamente, esse ser combinado.

O único fator progresivo, em tal relação incompreensível, é o do entendimento e do reconhecimento da autoconsciência gradativos (da sua mente humana), desse fato, de ser Deus e homem.

(1331.3) 120:4.3 Cristo Michael não se tornou gradativamente Deus.

E Deus não se tornou homem, em algum momento vital na vida terrena de Jesus.

Jesus foi Deus e homem — sempre e para sempre.

E esse Deus e esse homem foram e são, agora, Um; do mesmo modo que a Trindade do Paraíso, de três seres, na realidade, é uma Deidade.

(1331.4) 120:4.4 Nunca percais de vista o fato de que o propósito supremo da auto-outorga de Michael foi o de acentuar e engrandecer a revelação de Deus.

(1331.5) 120:4.5 Os mortais de Urântia têm conceitos variáveis sobre o miraculoso, mas, para nós, que vivemos como cidadãos do universo local, há poucos milagres e, de todos, os mais intrigantes são, e de longe, as outorgas de encarnação dos Filhos do Paraíso.

O surgimento, no vosso mundo, de um Filho Divino, por processos aparentemente naturais, é visto por nós como um milagre — o efeito de leis universais que estão além da nossa compreensão.

Jesus de Nazaré foi uma pessoa miraculosa.

(1331.6) 120:4.6 Nessa experiência extraordinária, e por meio dela, Deus, o Pai, escolheu manifestar-Se a Si próprio, como Ele sempre faz — do modo habitual — pela via normal, natural e confiável da ação divina.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Sex Out 15, 2010 1:09 am

(1332.1) 121:0.1 Atuando sob a supervisão de uma comissão de doze membros da Irmandade Unida dos Intermediários de Urântia, promovida conjuntamente pelo presidente da nossa ordem e o Melquisedeque relator; eu, sendo o intermediário que esteve outrora destinado ao apóstolo André, estou autorizado a colocar neste registro a narrativa dos atos da vida de Jesus de Nazaré, do modo como foram observados pela minha ordem de criaturas terrenas e como foram subseqüentemente registrados, de uma maneira parcial, pelo indivíduo humano que esteve sob a minha guarda temporal. Sabendo o quanto o seu Mestre evitava, tão escrupulosamente, deixar registros escritos atrás de si, André recusou-se firmemente a efetuar em profusão cópias da sua narrativa escrita. Uma atitude semelhante da parte dos outros apóstolos de Jesus atrasou bastante a redação dos evangelhos.

Documento 121 - A Época da Auto-Outorga de Michael

1. O Ocidente, no Primeiro Século depois de Cristo

(1332.2) 121:1.1 Jesus não veio a este mundo durante uma idade de decadência espiritual. Na época do seu nascimento, Urântia estava experienciando um renascimento do pensamento e da vivência religiosos, como não havia conhecido em toda a sua história anterior pós-Adâmica, nem conheceria em qualquer era, desde então.

Quando Michael encarnou em Urântia, o mundo apresentava a condição mais favorável para a auto-outorga do Filho Criador, entre todas as que haviam prevalecido anteriormente, ou que haviam sido geradas, desde então.

Durante os séculos imediatamente anteriores a essa época, a cultura e a língua gregas haviam- se espalhado pelo Ocidente e pelo Oriente próximos, e os judeus, sendo de uma raça levantina de natureza meio ocidental e meio oriental, estavam, pois, eminentemente qualificados para utilizar esse quadro cultural e lingüístico na disseminação eficaz de uma nova religião, tanto para o leste quanto para o oeste.

Tais circunstâncias ficaram mais favoráveis ainda devido ao governo dos romanos ser politicamente tolerante para com o Mundo Mediterrâneo.

(1332.3) 121:1.2 Toda essa combinação de influências mundiais é bem ilustrada pelas atividades de Paulo, que, tendo a cultura religiosa de um hebreu entre os hebreus, proclamou o evangelho de um Messias judeu, na língua grega, sendo ele próprio um cidadão romano.

(1332.4) 121:1.3 Nada como a civilização da época de Jesus foi visto no Ocidente, antes ou depois daquela época.

A civilização européia foi unificada e coordenada sob uma extraordinária influência tríplice:

(1332.5) 121:1.4 1. O sistemas político e social dos romanos.

(1332.6) 121:1.5 2. A língua e a cultura gregas — em uma certa medida, também a filosofia grega.

(1332.7) 121:1.6 3. A influência, de veloz expansão, da religião e dos ensinamentos morais judeus.

(1332.Cool 121:1.7 Quando Jesus nasceu, todo o Mundo Mediterrâneo era um império unificado.

Boas estradas interligavam vários dos maiores centros, pela primeira vez na história do mundo.

Os mares estavam livres de piratas; e uma grande era de comércio e de viagens estava rapidamente avançando.

A Europa não gozou novamente de um período como esse, de viagens e de comércio, até o século dezenove depois de Cristo.

(1333.1) 121:1.8 Não obstante a paz interna e a prosperidade superficial do mundo greco-romano, uma maioria de habitantes do império definhava em uma miséria sórdida.

A classe superior, pouco numerosa, era rica; e uma classe inferior miserável empobrecida abrangia toda a massa da Humanidade.

Não havia, naqueles dias, uma classe média feliz e próspera, essa classe mal estava começando a surgir na sociedade romana.

(1333.2) 121:1.9 As primeiras lutas entre os Estados de Roma e da Pérsia haviam sido concluídas, em um passado então recente, deixando a Síria nas mãos dos romanos.

Nos tempos de Jesus, a Palestina e a Síria estavam gozando de um período de prosperidade, de paz relativa e de grandes relações comerciais com as terras do Oriente e do Ocidente.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Sex Out 15, 2010 3:46 am

Documento 121 - 2. O Povo Judeu

(1333.3) 121:2.1 Os judeus eram uma parte da raça semítica mais antiga, que também incluía os babilônios, os fenícios e os cartagineses, inimigos mais recentes de Roma.

Durante o início do primeiro século depois de Cristo, os judeus eram, dentre os povos semitas, o grupo de maior influência e aconteceu que eles ocuparam uma posição geográfica peculiarmente estratégica no mundo, que, naquela época, era governado e organizado para o comércio.

(1333.4) 121:2.2 Muitas das grandes estradas ligando as nações da antigüidade passavam pela Palestina, que se havia tornado assim um ponto de confluência onde se cruzavam as estradas de três continentes.

Os viajantes, o comércio e os exércitos da Babilônia, Assíria, Egito, Síria, Grécia, Pérsia e Roma atravessaram a Palestina sem cessar.

Desde tempos imemoriais muitas frotas de caravanas do Oriente passavam por alguma parte dessa região, indo para os poucos portos marinhos da extremidade oriental do Mediterrâneo, de onde os barcos carregavam as suas cargas para todo o Ocidente marítimo.

E mais da metade desse tráfego de caravanas passava por dentro ou próximo da pequena cidade de Nazaré, na Galiléia.

(1333.5) 121:2.3 Embora a Palestina fosse a terra da cultura religiosa judaica e o local de nascimento do cristianismo, os judeus estavam espalhados pelo mundo, morando em muitas nações e fazendo comércio em todas as províncias dos estados de Roma e da Pérsia.

(1333.6) 121:2.4 A Grécia contribuiu com uma língua e uma cultura, Roma construiu as estradas e unificou um império, mas, a dispersão dos judeus e as suas mais de duzentas sinagogas e comunidades religiosas bem organizadas, espalhadas aqui e ali, em todo o mundo romano, forneceram os centros culturais nos quais o novo evangelho do Reino do céu teve a sua recepção inicial, e dos quais, subseqüentemente, ele espalhou-se até os confins do mundo.

(1333.7) 121:2.5 Cada sinagoga judaica tolerava uma faixa à parte de crentes gentios, de homens “devotos” ou “tementes a Deus”, e foi nessa faixa de prosélitos que Paulo fez a maior parte dos seus primeiros convertidos ao cristianismo.

Até mesmo o templo em Jerusalém possuía uma área especial decorada para os gentios.

Havia uma ligação muito estreita entre a cultura, o comércio e o culto, entre Jerusalém e a Antioquia.

Na Antioquia, os discípulos de Paulo foram chamados de “cristãos” pela primeira vez.

(1333.Cool 121:2.6 A centralização do culto no templo judaico em Jerusalém constituía não apenas o segredo da sobrevivência do monoteísmo deles, mas também a promessa da manutenção e disseminação, para o mundo, de um conceito novo e ampliado daquele único Deus de todas as nações e Pai de todos os mortais.

O serviço, no templo em Jerusalém, representava a sobrevivência de um conceito cultural religioso em face da queda da sucessão de suseranos nacionais gentios e de perseguidores raciais.

(1334.1) 121:2.7 O povo judeu dessa época, embora sob a suserania dos romanos, desfrutava de um grau considerável de autogoverno.

E, pois, relembrando os então recentes atos de heroísmo de libertação executados por Judas Macabeus e pelos seus sucessores imediatos os judeus estavam vibrantes na expectativa da aparição imediata de um libertador ainda mais magnífico, o Messias, há tanto tempo esperado.

(1334.2) 121:2.8 O segredo da sobrevivência da Palestina, o reino dos judeus, como um Estado semi-independente, estava envolto na política externa do governo romano, que desejava manter o controle sobre as estradas na Palestina e que a ligavam à Síria e ao Egito, bem como aos terminais ocidentais das rotas das caravanas entre o Oriente e o Ocidente.

Roma não queria que nenhuma potência surgisse no Levante, que pudesse restringir a sua expansão futura naquelas regiões.

A política da intriga, que tinha por objetivo colocar a Síria seleucida e o Egito ptolomaico um contra o outro, necessitava de que se fortalecesse a Palestina como um Estado separado e independente.

A política romana, a degeneração do Egito e o enfraquecimento progressivo dos seleucidas, diante da emergência do poder da Pérsia, explicam por que, durante muitas gerações, um grupo, assim pequeno e sem poder, de judeus houvesse sido capaz de manter a sua independência, apesar de ter contra si os seleucidas ao norte e os ptolomaicos ao sul.

Essa liberdade e independência fortuitas dos governos políticos dos povos vizinhos mais poderosos eram atribuídas pelos judeus ao fato de serem eles o “povo escolhido”, e à interferência direta de Yavé.

Tal atitude de superioridade racial tornou mais difícil, para eles, resistirem à suserania romana, quando, finalmente, ela se abateu sobre a terra deles.

Ainda assim, mesmo nessa hora triste, os judeus recusaram- se a compreender que a sua missão no mundo era espiritual, não política.

(1334.3) 121:2.9 Os judeus encontravam-se extraordinariamente apreensivos e suspeitosos, durante a época de Jesus, porque estavam então sendo governados por um estrangeiro, Herodes, o idumeu que, insinuando-se com esperteza por entre os governantes romanos, havia tomado a si a suserania da Judéia.

Embora Herodes professasse lealdade às observâncias cerimoniais dos hebreus, ele continuava a erigir templos para muitos deuses estranhos.

(1334.4) 121:2.10 As relações amistosas de Herodes com os governantes romanos permitiam que os judeus viajassem com segurança pelo mundo, e assim ficava aberto o caminho para a penetração crescente dos judeus até mesmo nas partes distantes do império romano e em nações estrangeiras com as quais Roma mantinha tratados, levando o novo evangelho do Reino do céu.

O reino de Herodes também contribuiu muito para a fusão ulterior das filosofias hebraica e helênica.

(1334.5) 121:2.11 Herodes construiu o porto de Cesaréia, que, mais tarde, ajudou a transformar a Palestina em um ponto de confluência das estradas do mundo civilizado.

Ele morreu no ano 4 a.C., e o seu filho, Herodes Antipas, governou a Galiléia e a Peréia durante a juventude e o ministério de Jesus, até o ano 39 d.C. Antipas, como o seu pai, era um grande construtor.

Ele construiu muitas das cidades da Galiléia, incluindo o importante centro comercial de Séforis.

(1334.6) 121:2.12 Os galileus não tinham muito prestígio junto aos líderes religiosos, nem junto aos mestres rabinos de Jerusalém.

A Galiléia era mais gentia do que judia, quando Jesus nasceu.


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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Nominato em Sex Out 15, 2010 3:04 pm

Nominato escreveu:Olá familia .
Gostaríamos de informar aos novos visitantes e membros que tínhamos no Fórum antigo,
algumas considerações gerais para o bom funcionamento do Fórum.


1 - EVITAR ABRIR TÓPICOS NOVOS DE ASSUNTOS QUE JÁ EXISTEM .
2 - EVITAR POSTAGENS DE IMAGENS PESADAS -POIS SE JÁ EXISTEM NA NET, BASTA COLOCAR O ENDEREÇO
QUE QUEMDESEJAR VAI COM CERTEZA CLICAR NELAS E CONHECER O CONTEÚDO.
3 - Outras tais como, não postar propaganda, não postar desaparecidos, não postar cópias de livros que também
já existem, não postar propaganda politica que envolva as atuais eleições, etc etc....


grato

Nominato



Olá familia .
Já comentamos anteriormente que a postagem integral de livros, sejam quais forem, e principalmente de livros que já existem na net, não faz nenhum sentido no contexto do nosso modesto cantinho e comunidade.
A transcrição integral do livro de Urantia, nós já tratamos desse assunto, e na oportunidade, indicamos onde as pessoas podem pesquisar o mesmo integralmente, caso se interessem pelo assunto.

http://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/ler

Estas transcrições literais e sem comentários pessoais apenas pesam na navegação e podem no futuro vir a travar nosso modesto banco de dados.
Ainda estamos deixando disponivel a postagem de videos para ver onde vai dar, mas se vier a travar, pediremos que indiquem apenas o link , para que quem assim o desejar visite o mesmo e curta o prazer da indicação feita pelos nossos membros.


Façam seus comentários , indiquem textos relevantes, mas evitem a transcrição automática e completa .
A grande diferença de nossa comunidade das demais, são as lindas partilhas internas de seus membros diante do quadro maravilhoso de transição para a Nova Terra e isto, nós aqui, estamos tentando preservar e manter com cuidado e carinho.

Contamos com a compreensão de todos.

grato

Nominato





_________________
.............................................

Para acesso ao site Ascensão : http://www.nominato.com.br/

SOBRE O PORTAL 11:11 -

"Um elemento importante do SER ÚNICO EM AÇÃO é o AMOR EM AÇÃO. Isso não é apenas sentar e enviar amor a todos. Trata-se de AMOR prático, AMOR verdadeiro, incorporar o AMOR PURO DO CORAÇÃO onde quer que nós formos e fazer com que ele seja sentido em todo o mundo! "


http://nominato.asiafreeforum.com/comunidade-familia-ascensao-http-nominatocombr-forum-index-f1/abertura-do-nono-portal-1111-em-25-de-outubro-em-bali-t74.htm#3751

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Convidad em Sex Out 15, 2010 7:35 pm

Olá Nominato!

Se quiser pode exlcuir o tópico, está tudo bem detalhado no fórum anterior, onde selecionei mais as palavras de Jesus, não tinha interesse de continuar este tópico.

Uma abraço!

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

Mensagem  Nominato em Sex Out 15, 2010 8:01 pm

W.A.M. escreveu:Olá Nominato!

Se quiser pode exlcuir o tópico, está tudo bem detalhado no fórum anterior, onde selecionei mais as palavras de Jesus, não tinha interesse de continuar este tópico.

Uma abraço!

Ok W.A.M !
Todavia, vou apenas bloquear para que os visitantes e membros possam continuar suas leituras
do que vc postou e onde já encontram o link para acesso ao Fórum anterior .

grato pela compreensão.

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Re: JESUS SEGUNDO O LIVRO DE URANTIA

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