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Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

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Astro Intruso

Mensagem  estel em Qua Ago 25, 2010 2:54 pm

Em algumas meditações que faço as vezes vejo um buraco negro no espaço, como se algo estivesse ali, escondido, que não podemos ver.

Já ouvi dizer que ele está atrás do sol, já ouvi dizer que está em outra dimensão, já ouvi falar em um monte de coisas, inclusive que é o próprio sol.

Abraços,
Estel.


estel

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  Gota de Luz em Qua Ago 25, 2010 4:30 pm

AMADOS!!!

tempos onde somos bombardeados constantemente com esta massa atmosférica nada das melhores..
momento de nos irmanarmos...
Óbvio que o NIBIRU , ou seja o nome que for, existe...já o diziam antiquíssimos registros de povos e povos;
depois com o advento do espiritismo, irmãos maravilhosos tb nos falaram dele; para citar mais um "O Planeta Marte" por RAMATIS...
E, realmente, nada tem a ser provado, pois a ciência caminha um dia ao encontro da espiritualidade;
Tau Ceti, nosso amigo irmão craque nas realidades do céu, nada sabe, ou se interessa, pelo que se passa e existe além dos olhos e aparelhos da 3D; o respeitamos pois jamais se confrontou com ninguém em em nosso lar, lar de todos...
Deixemos este "mal estar" pra lá...afinal.
Luiz e talvez mais alguém, acredita no PODER total do dinheiro, e respeitamos embora, alguns não acreditem que quem dita as regras são as bolsas de valores e história econômica do planeta ou país...
Suctupac e muitos outros acreditamos no poder do espírito e desígnios do PAI e sabemos que provas realmente são a fé e intuição que recebemos e procuramos contagiar que o CAOS faz tb parte da LUZ que um dia UNIFICARÁ todos os seres afins aqui e por aí no Universo... cada qual no seu pedaço , no infindável processo da evolução espiritual...

QUERIDOS TODOS< um pouquinho de CHAMA VIOLETA
para seus corações e mentes transmutando mal estares, pequenas chateações internas...
SOMOS UM SER DE FOGO VIOLETA
SOMOS A HARMONIA E ALEGRIA QUE DEUS DESEJA..
SOMOS UM SER FAMÍLIA DE FOGO VIOLETA
SOMOS A SERENIDADE QUE DEUS DESEJA...

grata grata, carinho e abraço de coração em cada um
Gota
de Luz ROsana


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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  Gota de Luz em Qua Ago 25, 2010 5:13 pm

“A cada instante você busca melhorar. Isso significa mudar.
Mudar quer dizer, necessariamente, ser diferente do que você é.
Ser diferente não representa então uma contradição essencial? Talvez sim... Por isso, posso admitir que a verdadeira evolução está na contradição existencial. Ela nega a placidez diante de si mesma, das pessoas, das circunstâncias... e da vida. Ela incita você a se mobilizar, a rearranjar e dar novas cores ao seu cotidiano.
A contradição celebra o movimento, estimula a benigna transgressão, contesta a mera aceitação e a quieta contemplação de antigas paisagens. Ela sugere novas perguntas em novos caminhos... para descobrir novas respostas em novos lugares...” ( Xamã Sherotáia Kê Takoshemí – www.xamas.com.br )


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Planeta Intruso, Nibiru, Hercobulus, Planeta X

Mensagem  idalina em Qui Ago 26, 2010 1:46 am

Gota de Luz,
boa noite,
faço minhas, as suas palavras.
Abraço
Idalina

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Hercólubus

Mensagem  clever em Qui Ago 26, 2010 2:45 am

Algol,

Tanto Nostradamus como o V. M. Rabolu citam que Hercólubus surgirá pela Ursa Menor.

Nostradamus diz que mesmo quando o planeta estiver ao lado do sol, parecendo haver dois sois, os cientistas ainda assim dirão que nada acontecerá com a Terra. Diz Nostradamus: aí será tarde demais...


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A fé e o Astro Intruso.

Mensagem  Luiz em Qui Ago 26, 2010 3:41 am

suctupac disse:

tá certo Luis, eu disse uma coisa, você entendeu outra e eu não vou causar mais. descupa-me se te ofendi.
sou ignorante na maior parte dos temas debatidos, talvez eu seja até dislexo, tenho intenção de me expressar duma maneira, mas nem todo mundo entende.
na nossa sociedade o dinheiro está acima de tudo, mais estranhesa, em alguns infelizes momento percebi isto também aqui (o que pra mim é uma pena), pois tenho este espaço como um refúgio, um lugar seguro, com um ótimo material para reflexão numa busca de crescimento espiritual, longe de toda megababilônia que nos cerca. aprendi que a verdade não tem dono. estou certo, ou não?

Desculpe a demora mas só agora estou chegando dos meus afazeres.

Está tudo certo suctupac, eu provavelmente interpretei erradamente algumas de vossas palavras.

Interessante ! O que acontece com você também acontece comigo, eu só tenho este local, esta Família como espaço para meu refúgio.

No que concerne ao Astro Intruso, respeito a fé de todos, faço votos para que o referido Astro cumpra o seu papel no auxílio da evolução deste Planeta Terra, espero que todos os acontecimentos aguardados se realizem de acordo com a fé e convicção de todos.

Obrigado, fica na paz e vamos em frente
.
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Ursa Menor

Mensagem  Tau Ceti em Dom Ago 29, 2010 4:46 am

Se o Hercólubus vier pela Ursa Menor, a turma do Hemisfério Norte será a primeira a vê-lo. Essa constelação está sempre oculta para grande parte do Brasil.

Tau Ceti

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  ALGOL em Seg Ago 30, 2010 4:08 am

Como Nibiru ou Hercólubus surgiria a partir da constelação da Ursa Menor, segue abaixo uma pequena resenha sobre esse aglomerado de estrelas, inclusive com uma foto do que seria sua visão noturna. Atenção para o trecho sublinhado, nos termos da observação de Tau Ceti.


URSA MENOR – Ursa Minor – UMi


Foto: Divulgação

Esta antiga constelação grega representa uma pequena ursa. Suas principais estrelas traçam uma forma conhecida como a Pequena Concha, similar à maior e mais brilhante Grande Concha (Ursa Maior), mas com o cabo curado na direção oposta. Ursa Menor contém o pólo celeste norte. A menos de 1º do pólo está Polaris, a estrela polar, usada para a navegação desde os tempos mais remotos. Beta e Gama Ursae Minoris são chamadas as Guardiâs do Pólo. Constelação impossível de ser vista de boa parte do território brasileiro, visível apenas parcialmente nas regiões próximas ao Equador Celeste, e completamente nas regiões ao norte dele.

Ursa Menor no céu noturno

As principais estrelas da Ursa Menor formam a Pequena Concha, que traça uma curva a partir da estrela do pólo norte, Polaris. Duas das principais estrelas da Ursa Maior (embaixo na figura), que forma a Grande Concha, alinham-se na direção de Polaris (estrela mais no alto à direita na figura).


Foto: Divulgação
Ursa Menor no céu noturno

Traços de Interesse:

ALFA URSAE MINORIS (POLARIS): Supergigante de um branco cremoso de magnitude 2,0 a cerca de 430 anos-luz. Variável cefeída, mas as mudanças de brilho não são perceptíveis. Um telescópio pequeno mostra uma estrela de 8ª magnitude perto dela, não relacionada.

GAMA URSAE MINORIS: Vasta estrela dupla no bojo da Pequena Concha. De magnitude 3,0, tem uma companheira não relacionada de 5ª magnitude que pode ser percebida com vista boa ou binóculo.

ETA URSAE MINORIS: Outra vasta estrela dupla no bojo da Pequena Concha. Eta, de magnitude 5,0, tem uma companheira de magnitude 5,5 facilmente visível com binóculo. Como a companheira de Gama Ursae Minoris, a companheira de Gama Ursae Minoris, a companheira de Eta é uma estrela não relacionada, na mesma linha de visão.

Fonte principal de informações: Guia Ilustrado Zahar – Astronomia – Ian Ridpath


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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  suctupac em Seg Ago 30, 2010 4:17 am

ARMAGEDOM E AS PROFECIAS DO RETORNO

Créditos: Júnia Caetano - comunidade Profecia Maia

Vou colocar o excerto de um capítulo do livro The end of days, publicado no Brasil como Fim dos Tempos/Madras, de Zecharia Sitchin.

Acho pertinente por alguns motivos...
no capítulo ele fala da contagem longa dos maias, do interesse de Newton em decifrar as palavras de Daniel e das idas e vindas de Nibiru.

Sobretudo, para que as pessoas que nunca leram nada que ZS tenha escrito, tenham essa oportunidade.

A maioria que o critica nunca sequer leu uma linha do que ele vem apresentando há 40 anos dedicados aos estudos da Mesopotâmia e embasando sua teoria, baseado em suas traduções das milhares de tabuinhas sumérias a que teve acesso.

Zecharia Sitchin tem 90 anos e em 1976 lançou seu primeiro livro, o 12° planeta, e ele bem corrige que na real, Nibiru é o 10° planeta e 12° membro do sistema solar.

Nibiru, o planeta "travessia"
O disco alado


Capítulo 16
Eles retornarão? Quando eles retornarão?

Essas são questões que me foram perguntadas inúmeras vezes, sendo que "eles" refere-se aos deuses anunnakis, cuja saga preencheu meus livros.

A resposta para a primeira pergunta é sim;
há pistas que precisam de maior atenção, e as profecias do Retorno precisam ser cumpridas.

A resposta para a segunda pergunta tem preocupado a humanidade desde a época dos eventos divisores de água em Jerusalém, mais de 2 mil anos atrás.

Mas a questão não é apenas "se" e "quando".

O que o Retorno sinalizará, o que trará junto?

Será uma vinda benevolente, ou
- como quando o Dilúvio estava crescendo - trará o Fim?

Quais profecias se concretizarão?

Uma Era Messiânica, uma Segunda Vinda, um novo Começo - ou talvez um Apocalipse catastrófico, o Derradeiro Fim, Armagedom...

É a última possibilidade que desloca essas
profecias do reino da teologia, da escatologia, ou da mera curiosidade no que diz respeito à própria sobrevivência da humanidade.

Deve-se ter em vista que o Armagedom, um termo que passou a denotar uma guerra de escopo calamitosamente inimaginável, é de fato, o nome de um local específico em uma terra que tem sido sujeita a ameaças de aniquilação nuclear.

No século XXI a.C., a guerra dos Reis do Oriente contra os Reis do Ocidente foi seguida por uma calamidade nuclear.

Vinte e um séculos depois, quando o a.C. mudou para d.C., os temores da humanidade foram expressos em um pergaminho escondido em uma caverna próxima ao Mar Morto, que descrevia uma grande e derradeira "Guerra dos Filhos da Luz Contra os Filhos das Trevas".

Hoje, novamente, no século XXI d.C., uma ameaça nuclear paira sobre o mesmo local histórico.

Há razão suficiente para perguntar:

irá a história se repetir, sendo que a história se repete, de forma misteriosa, a cada 21 séculos?
Uma guerra, uma conflagração destruidora,
foi descrita como parte do cenário do Fim dos Tempos em Ezequiel (capítulos 38-39).

Apesar de "Gog da terra de Magog", ou "Gog e Magog", serem vistos como os principais instigadores nessa guerra final, a lista de combatentes que serão arrastados a essas batalhas abrange praticamente cada nação digna de nota; e o foco da conflagração deverá ser "os habitantes do Umbigo da Terra" - o povo de Jerusalém, segundo a Bíblia, mas para o povo da "Babilónia" como um substituto de Nippur para aqueles a quem o relógio parou.

É impressionante, de dar frio na espinha, que a lista de Ezequiel sobre as nações espalhadas pelo mundo (38: 5) que se juntarão na guerra final - Armagedom - na realidade comece com a PÉRSIA - o próprio país (hoje o Ira) cujos líderes buscam armas nucleares com as quais querem "varrer a face da Terra" o povo que habita onde Har-Megiddo se situa!

Quem é esse "Gog da terra de Magog"
e por que essa profecia de dois milénios e meio atrás soa tão parecida com as atuais manchetes de notícia?

A precisão de tais detalhes na Profecia aponta para o Quando - na nossa época, no nosso século?

Armagedom, uma Guerra Final de Gog e Magog, é também um elemento essencial do cenário do Fim dos Tempos do livro profético no Novo Testamento, Revelação (cujo título completo é O Apocalipse de São João, o Divino).

Compara os instigadores dos eventos apócrifos com duas bestas, uma das quais consegue "fazer fogo cair do céu na terra, diante do homem".

E dada apenas uma pista enigmática para sua identidade (13: 18):


Eis aqui a sabedoria:
Permiti que aquele que tiver compreensão
conte o número da besta:
Ë o número de um homem;
e o seu número é
seiscentos e sessenta e seis.

Muitos tentaram decifrar o número
misterioso 666, assumindo que se tratava de uma mensagem codificada relacionada ao Fim dos Tempos.

Considerando que o livro foi escrito quando a perseguiçãoaos cristãos havia começado em Roma, a interpretação aceita é que o número era um código para o imperador opressor Nero, o valor numérico cujo nome em hebraico (NeRON QeSaR) somava 666.

O fato de ele ter estado na plataforma espacial em Baalbek, possivelmente para inaugurar ali o Templo de Júpiter, no ano 60 d.C. pode - ou não - ter uma influência no enigma 666.

Que poderia haver mais coisas relacionadas ao 666 do que a ligação com Nero, é sugerido pelo fato intrigante de que 600, 60 e 6 são todos números básicos do sistema sexagesimal sumério, para que o "código" então possa se referir a alguns textos mais antigos; havia 600 anunnakis, o grau numérico de Anu era 60, o grau de Ishkur/ Adad era 6.

Logo, se os três números forem multiplicados, em vez de adicionados, teremos 600 x 60 x 6 = 216.000, que é o conhecido 2.160 (uma era zodiacal) vezes 100 - um resultado que pode ser especulado infinitamente.
Há também o enigma de que, quando os sete anjos revelaram a sequência dos futuros eventos, eles não os relacionaram a Roma; eles os ligaram à "Babilónia".

A explicação convencional tem sido que, como o 666 era um código para o imperador romano, a "Babilónia" era então uma palavra de código para Roma.

Mas a Babilónia já havia sumido há séculos quando a Revelação foi escrita, e a Revelação, falando da Babilónia, indiscutivelmente liga as profecias com "o grande Rio Eufrates" (9: 14), inclusive descrevendo como "o sexto anjo derramou seu frasco no grande Rio Eufrates", secando-o para que os Reis do Oriente se juntassem à luta (16: 12).

A conversa era sobre uma cidade/terra no Eufrates, e não no Rio Tibre.

Babilônia
Tendo em vista que as profecias da Revelação são sobre o futuro, pode-se concluir que a "Babilónia" não é um código
- a Babilónia significa Babilónia, a futura Babilónia que irá se envolver na guerra do "Armagedom" (que o verso 16: 16 corretamente explica como o nome de "um lugar de língua hebraica" - Har-Megiddo, Monte Megi-do, em Israel), uma guerra envolvendo a Terra Santa.

Se aquela futura Babilónia é de fato o Iraque de hoje, os versos proféticos são novamente assustadores, pois à medida que eles prevêem os atuais eventos que levam à queda da Babilónia após uma breve, mas terrível guerra, eles profetizam a divisão da Babilónia/Iraque em três partes! (16:19).

Como o Livro de Daniel,
que previu as fases de tribulações e etapas de tentativa do processo messiânico, a Revelação também tentou explicar as enigmáticas profecias do Velho Testamento ao descrever(Capítulo 20) a Primeira Era Messiânica com a "Primeira Ressurreição" que duraria uns mil anos, seguida por um reino satânico de mil anos (quando "Gog e Magog" se enfrentarão em uma imensa guerra) e, então, um segundo período messiânico e outra ressurreição (e, portanto, a "Segunda Vinda").

Inevitavelmente, estas profecias causaram um frenesi de especulação à medida que o ano 2000 d.C. se aproximava: especulação relacionada ao Milénio como um ponto no tempo, na história da humanidade e da Terra, quando as profecias se concretizariam.

Cercado por questões milenares à medida que o ano 2000 se aproximava, eu disse para o meu público que nada iria acontecer em 2000, e não foi por causa da verdadeira contagem do ponto do milénio a partir do nascimento de Jesus já ter passado, pois de acordo com todos os cálculos formais, Jesus nasceu em 6 ou 7 a.C..

O motivo principal da minha opinião era que as profecias pareciam estar prevendo não uma cronologia linear
- ano um, ano dois, ano novecentos e assim por diante - e sim uma repetição cíclica de eventos, a crença fundamental de que "As Primeiras Coisas serão as Últimas Coisas" - algo que possa acontecer apenas quando a história ou o tempo histórico se move em um ciclo, quando o ponto inicial for o ponto final e vice-versa.

Inerente a esse plano cíclico da história está o conceito de Deus como sendo uma entidade divina eterna que esteve presente no Princípio, quando o Céu e a Terra foram criados, e que estará lá no Fim dos Tempos, quando o Seu reino deverá ser renovado sobre o Seu monte sagrado.

Isso está presente em declarações desde as primeiras afirmações bíblicas passando pêlos profetas mais recentes, como quando Deus anunciou, por intermédio de Isaías (41:4,44: 6, 48: 12):

Eu sou Ele, Eu sou o Primeiro como também Eu sou o Último...
Dos Primórdios ao Fim eu previ,
e dos tempos antigos as coisas que ainda não foram feitas.

Isaías 48: 12,46: 10

E do mesmo modo (duas vezes) no Livro da Revelação do Novo Testamento:

Eu sou o Alfa e o Ômega
O Princípio e o Fim,
disse o Senhor -
O que é, o que foi e o que será.

Apocalipse 1: 8

De fato, a base para a profecia era a crença
de que o Fim estava ancorado no Princípio, que o Futuro poderia ser previsto porque o Passado já era conhecido
- se não pelo homem, então por Deus:

Eu sou aquele "que do Princípio conta o Fim", disse Yahweh (Isaías 46: 10).

O profeta Zacarias (1:4,7:7,7:12) previu os planos de Deus para o futuro
- o Fim dos Tempos - nos termos do Passado, os Primeiros Dias.

Essa crença, que é repetida nos Salmos, nos Provérbios e no Livro de Jó, foi vista como um plano divino universal para toda a Terra e todas as suas nações.

O profeta Isaías, profetizando as nações da Terra reunidas para saber o que esperar, descreveu-as questionando-se:

"Quem, entre nós pode nos falar sobre o futuro deixando ouvir sobre as Primeiras Coisas?"

Que isto se tratava de um dogma universal é algo mostrado em uma coleção de Profecias Assírias, quando o deus Nabu disse ao rei assírio Esarhaddon:

"O futuro deverá ser como o passado".

A contagem maia
Esse elemento cíclico das profecias bíblicas sobre o Retorno nos conduz a uma resposta atual sobre a questão de QUANDO.

Um giro cíclico do tempo histórico foi descoberto, o leitor se lembrará, na Mesoamérica. resultado de uma combinação, como as engrenagens de rodas, de dois calendários criando um "pacote" de 52 anos na ocorrência de que
- depois de um número específico de giros
- Quetzalcoatl (também conhecido como Toth/ Ningishzidda) havia prometido retornar.

E isso nos leva às conhecidas Profecias Maias,* de acordo com as quais o Fim dos Tempos virá em 2012 d.C.

O prospecto de que a data crucial profetizada está bem próxima tem atraído, naturalmente, muito interesse, e é digno de ser explicado e analisado.

A data indicada surgiu do fato de que, naquele ano (dependendo de como se calcula), a unidade de tempo Baktun completará seu décimo terceiro giro.

Considerando que um Baktun dura 144.000 dias, é um tipo de marco e tanto.

A Longa Contagem
Alguns erros, ou suposições fraudulentas, relacionados a este cenário precisam ser apontados.

O primeiro é que um Baktun não pertence apenas a dois "pacotes" de calendários com a promessa dos 52 anos (o Haab e o Tzolkin), mas a um terceiro calendário muito mais antigo chamado de A Longa Contagem.

Foi introduzida pêlos olmecas - africanos que foram à Mesoamérica quando Toth foi exilado do Egito - e a contagem de dias na realidade começou com esse evento, logo esse Dia Um da Longa Contagem era o que nós datamos como agosto de 3113 a.C.. Os hieróglifos naquele calendário representam a seguinte sequência de unidades:

Ikin= 1 dia

1 Uinal= 1 kin x 20= 20 dias

1Tun 1 kin x 360= 360 dias

1 Ka-tun- 1 tun x 20= 7.200 dias

1 Bak-tun= 1 Ka-tun x 20- 144.000 dias

1 Pictun= 1 Bak-tun x 20= 2.880.000 dias

Estas unidades, cada uma um múltiplo da anterior, iam além do Baktun com hieróglifos crescentes.

Mas tendo em vista que os monumentos maias nunca ultrapassaram 12 Baktuns, cujos 1.728.000 dias eram algo que ia além da existência maia, o 13° Baktun aparenta ser um verdadeiro marco.

Além disso, a sabedoria maia aparentemente entendia que o "Sol" presente ou Era terminaria no 13° Baktun;
portanto, quando o seu número de dias (144.000 x 13 = 1.872.000) é dividido por 365.25, resulta na passagem de 5.125 anos; quando o a.C. 3113 é subtraído, o resultado é o ano d.C. 2012.

Isto é fascinante como também não deixa de ser uma previsão sinistra.

Mas essa data foi alterada, já no século passado, pêlos estudiosos (como Fritz Buck, El Calendário Maya en Ia Cultura Tiahuanacu) que apontaram que, como mostra a lista anterior, o multiplicador e, portanto, o divisor, deveria ser o matematicamente perfeito 360 do próprio calendário, e não 365.25.

Dessa forma, os 1.872.000 dias resultariam em 5.200 anos
- um resultado perfeito porque representa exatamente 100 "pacotes" do número mágico de Toth, 52.

Assim calculado, o ano mágico do Retorno de Toth seria 2087 d.C. (5.200 - 3.113).

Poderíamos aguentar até essa espera; o que foge à regra é que a Longa Contagem é uma contagem do tempo linear, e não a cíclica que é requerida, para que seus dias contados possam ser transferidos ao décimo quarto Baktun e ao décimo quinto Baktun e assim por diante.

Tudo isso, no entanto, não descarta a significância de um milénio profético.

Considerando que a fonte do "milénio", como um tempo escatológico, teve sua origem nos manuscritos apócrifos judaicos do século II a.C., a busca por um significado deve ser alterada para essa direção.

De fato, a referência de "mil" - um milénio - como definindo uma era tem suas raízes no Velho Testamento.

Deuteronômio (7: 9) atribuiu a duração da aliança de Deus com Israel um período de "mil gerações"
- uma afirmação repetida (I Crónicas 16:15) quando a Arca da Aliança foi levada a Jerusalém por Davi.

Os Salmos, vezes, aplicam o número "mil" a Yahweh, a suas maravilhas, e inclusive à sua carruagem (Salmo 68: 17).

Diretamente relevante ao assunto do Fim dos Tempos e ao Retorno é a declaração no Salmo 90: 4
- uma declaração atribuída ao próprio Moisés - que falou de Deus que "mil anos, aos vossos olhos, não passam de um dia".

Essa declaração tem gerado especulações (que começaram logo depois da destruição romana do Templo) de que era uma forma de se compreender o elusivo Fim dos Tempos messiânicos; se a Criação.

"O Principio", segundo o Génesis, levou seis dias para que Deus o fizesse, e um dia divino duraria mil anos, o resultado é uma duração de 6.000 anos do princípio ao fim.

O Fim dos Tempos, como se pode portanto concluir, começará no Anno Mundi 6.000.

Aplicado ao calendário hebraico de Nippur, que começou em 3760 a.C., isto significa que o Fim dos Tempos ocorrerá em 2240 d.C. (6.000 - 3.760 = 2.240).

contínua...
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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  suctupac em Seg Ago 30, 2010 4:30 am

Este terceiro cálculo do Fim dos Tempos pode ser decepcionante ou tranquilizador

- depende da expectativa de cada um.

A beleza deste cálculo é que está em perfeita harmonia com o sistema sexagesimal sumério ("base 60").

No futuro poderá ser comprovado como sendo o correto, mas eu não penso assim:
é novamente linear - é uma unidade de tempo cíclico que é clamada pelas profecias.

Com nenhuma das datas "modernas" executáveis, devemos então olhar para trás nas antigas "fórmulas"
- fazer o que foi aconselhado por Isaías.
"olhe para os sinais de trás para frente".

Temos duas opções cíclicas:
o período orbital do Tempo Divino de Nibiru e o Tempo Celestial da Precessão zodiacal.

Qual deles é o correto?

Que os anunnakis vieram e foram durante uma "janela de oportunidade" quando Nibiru chegou no Perigeu (mais próximo do Sol e, portanto, mais próximo da Terra e de Marte) é tão óbvio que alguns dos meus leitores costumavam simplesmente subtrair 3.600 de 4.000 (como sendo uma data arredondada da última visita de Anu), resultando em 400 a.C., ou subtraindo 3.600 de 3.760 (quando se iniciou o calendário de Nippur)
— como os macabeus fizeram - e chegaram a 160 a.C.

Nem de um modo e nem do outro, a próxima chegada de Nibiru está em futuro distante.

De fato, o leitor já sabe, Nibiru chegou antes, cerca de 560 a.C..

Ao considerar esse "desvio", deve-se manter em mente que o perfeito Sar (3.600) sempre foi um período orbital matemático, tendo em vista que as órbitas celestiais
- de planetas, cometas, asteroides -
se desviam de órbita em órbita em função da atração gravitacional de outros planetas próximos de onde passam.

Usando a trajetória bem definida do Cometa Halley como exemplo, seu período determinado de 75 anosna realidade varia de 74 a 76; quando ele fez sua última aparição em 1986, era de 76 anos.

Expanda o desvio do Halley para os 3.600 de Nibiru, e você chegará a uma variação de aproximadamente 50 anos em cada trajetória.

Há uma outra razão para se questionar por que Nibiru se desviou tanto do seu acostumado Sar:

o acontecimento raro do Dilúvio, cerca de 10900 a.C.

Durante seu 120 Sars antes do Dilúvio, Nibiru orbitou sem causar tamanha catástrofe.

De repente, algo raro aconteceu para que Nibiru fosse levado mais próximo da Terra:

o Dilúvio aconteceu em combinação com as condições do deslize que houve na camada de gelo que cobria a Antártica.

O que foi essa "coisa rara"?

A Batalha Celestial
A resposta pode estar bem mais longe no nosso sistema solar, onde Urano e Netuno orbitam - planetas cujas várias luas, incluindo algumas que, inexplicavelmente, orbitam em direção "oposta" ("retrógrada") à forma que Nibiru orbita.

Um dos grandes mistérios no nosso sistema solar é o fato de que o planeta Urano se posiciona literalmente de lado - seu eixo norte-sul encara o Sol horizontalmente em vez de estar na posição vertical.

"Algo" deu uma "grande pancada" em Urano em algum momento do seu passado, dizem os cientistas da NASA
- sem se aventurarem a adivinhar o que era esse "algo".

Eu também tenho diversas vezes questionado se esse "algo" foi o que também causou uma enorme cicatriz misteriosa "em forma de V" e uma característica "falhada" inexplicada que o Voyager 2 da NASA encontrou na lua Miranda de Urano, em 1986 - uma lua que é diferente, de várias maneiras, das outras luas de Urano.

Será que uma colisão celestial com Nibiru, que estava passando, causara tudo aquilo?

Nos últimos anos, astrónomos afirmaram que os grandes planetas externos não têm ficado parados no lugar onde foram formados, mas que estão sendo levados para fora, para longe do Sol.

Os estudos concluíram que a mudança tem sido mais evidente no caso de Urano e Netuno , e isso pode explicar porque nada ocorreu lá fora durante muitas órbitas de Nibiru - então, de repente, algo aconteceu.

Não é improvável a conclusão de que, durante sua órbita do ''Dilúvio", Nibiru encontrou com Urano mudando, e uma das luas de Nibiru bateu em Urano, inclinando-o lateralmente; é possível também que a "arma" do golpe tenha sido a enigmática lua Miranda - uma lua de Nibiru - que bateu em Urano e acabou ficando presa na órbita de Urano.

Tal acontecimento teria afetado a órbita de Nibiru, diminuindo sua velocidade em aproximadamente 3.450 anos-Terra em vez de 3.600 e resultando em uma reaparição pós-diluviana marcada para cerca de 7.450, cerca de 4.000 e cerca de 550 a.C.

Se foi o que aconteceu, isso explica a chegada "antecipada" de Nibiru em 556 a.C.
- e sugere que sua próxima chegada será cerca de 2900 d.C.

Para aqueles que associam os eventos cataclísmicos profetizados ao retorno de Nibiru - o "Planeta X" para alguns -, o tempo ainda está longe.

Mas qualquer noção de que os anunnakis limitem suas idas e vindas a uma única "janela" pequena no perigeu do planeta está errada.

Eles podem ir e vir em outras épocas também.

Os textos antigos registram várias ocasiões de viagens de ida e volta feitas pêlos deuses sem qualquer indicação sobre uma ligação com a proximidade do planeta.

Como há também vários contos de viagem da Terra para Nibiru por terráqueos que omitem qualquer afirmação de que Nibiru pudesse ser vista no céu (uma visão que foi enfatizada, por outro lado, quando Anu visitou a Terra, cerca de 4000 a.C.).

Em uma ocasião, Adapa, um filho de Enki com uma mulher da Terra, que recebeu Sabedoria, mas não a imortalidade, fez uma pequena viagem a Nibiru, acompanhado por Dumuzi e Ningishzidda.

Enoque, copiando o Enmeduranki sumério, também foi e voltou, duas vezes, durante sua vida na Terra.

Isto era possível pelo menos em duas maneiras, como mostra a figura 130: uma em uma nave espacial na fase de aproximação de Nibiru (do ponto A), chegando bem na frente do momento perigeu; a outra, desacelerando a nave (no ponto B) durante a fase de retirada de Nibiru, "caindo de volta" em direção ao Sol (e, portanto, à Terra e a Marte).

Uma rápida visita à Terra, como aquela feita por Anu, poderia ser feita combinando-se o "A" da chegada com o "B" da partida; uma rápida visita a Nibiru (como a de Adapa) poderia ter ocorrido ao inverter o procedimento - ao sair da Terra e interceptar Nibiru no ponto "A" e partir de Nibiru no ponto "B" para retornar à Terra, e assim por diante.



O tempo zodiacal
O Retorno dos anunnakis em uma época que não seja a do retorno do planeta pode, portanto, ocorrer, e para isso temos o outro tempo cíclico
- o tempo zodiacal.

Em Quando o Tempo se Iniciou, chamei o Tempo Celestial de forma distinta, apesar de ele servir como uma ligação entre o Tempo da Terra (ciclo orbital do nosso planeta) e o Tempo Divino (o relógio do planeta dos anunnakis).

Se o esperado Retorno for dos anunnakis, em vez do planeta deles, então cabe a nós buscar uma solução para os enigmas dos deuses e dos homens mediante o relógio que os tem ligado
- o zodíaco cíclico do Tempo Celestial.

Foi inventado pêlos anunnakis principalmente como uma forma de reconciliar os dois ciclos;
sua razão - 3.600 para Nibiru,
2.160 para a Era Zodiacal
- era a Razão Dourada de 10:6.

Resultou, como eu tenho sugerido, em um sistema sexagesimal em que a matemática e a astronomia sumérias se baseavam (6 x 10 x 6 x 10, e assim por diante).

Beroso, como já mencionamos, considerava as eras zodiacais como momentos decisivos nos assuntos dos deuses e dos homens, e concluiu que o mundo passava periodicamente por catástrofes apocalípticas, seja por água ou por fogo, cujo tempo era determinado pêlos fenómenos celestiais.

Como seu parceiro no Egito, Manetho, ele também dividiu a pré-história e a história em fases divinas, semi-divinas e pós-divinas com um abissal total de 2,16 milhões de anos de "duração deste mundo".

Isto - maravilha das maravilhas! - representa exatamente mil (um milénio!) eras zodiacais.

Eras zodiacais

Estudiosos que examinaram as tábuas de argila que tratavam de matemática e astronomia ficaram espantados ao descobrir que elas apresentavam o fantástico número 12960000 - sim, 12.960.000 -como o ponto inicial.

Eles concluíram que isto só poderia estar relacionado às eras zodiacais de 2.160, cujos múltiplos resultam em 12.960 (se for 2.160 x 6) ou 129.600 (se for 2.160 x 60) ou 1.296.000 (se for multiplicado por 600); e
- maravilha das maravilhas! - o número fantástico com o qual estas listas antigas começam, 12.960.000, é um múltiplo de 2.160 por 6.000
- como nos seis dias divinos da criação.

Esses eventos principais, quando os assuntos dos deuses afetaram os assuntos dos homens, estavam ligados às eras zodiacais.
Isso tem sido mostrado em todo este volume de As Crónicas da Terra.
À medida que cada Era começava, algo muito grave acontecia:
A Era de Touro sinalizou a concessão da civilização à humanidade.
A Era de Aries foi conduzida pela revolta nuclear e acabou com a Partida.
A Era de Peixes chegou com a destruição do Templo e o começo do Cristianismo.
Não deveríamos nos perguntar se o Fim profético dos Tempos não significaria realmente o Fim da Era (zodiacal)?

Isaac Newton
Será que o "tempo, tempos e meio" de Daniel não passava simplesmente de uma terminologia que se referia às eras zodiacais?

A possibilidade foi considerada, uns três séculos atrás, por nada menos que sir Isaac Newton.

Mais conhecido por suas formulações sobre as leis naturais que governam os movimentos celestiais- tais como os planetas orbitando o Sol - seus interesses se voltaram também ao pensamento religioso, e ele escreveu longos tratados sobre a Bíblia e as profecias bíblicas.

Considerava os movimentos celestiais que formulava como sendo "os mecanismos de Deus", e acreditava piamente que as descobertas científicas, que haviam começado com Galileu e Copérnico e continuavam com ele, aconteceram no momento certo.

Isso o levou a prestar mais atenção à "matemática de Daniel".

Em março de 2003, a British Broadcasting Corporation (BBC) espantou as instituições científicas e religiosas com um programa sobre Newton em que revelava a existência de um documento, escrito por ele à mão, frente e verso, que calculava o Fim dos Tempos segundo as profecias de Daniel.

Newton escreveu seus cálculos numéricos em um lado da folha e suas análises dos cálculos em sete "propostas" no verso do papel.

Um exame minucioso do documento
- uma fotocópia do qual eu tive o privilégio de obter -
revela que os números que aplicou nos cálculos incluíam várias vezes 216 e 2.160
- uma pista que me ajuda a compreender qual era a sua linha de raciocínio:
ele estava pensando no tempo zodiacal
- para ele, aquele era o Relógio Messiânico!

Resumiu suas conclusões escrevendo uma série de tabelas de horário de três "não antes" e um "não depois de" para as pistas proféticas de Daniel:
Entre 2132 e 2370, de acordo com uma pista dada para Daniel,
Entre 2090 e 2374, de acordo com uma segunda pista,
Entre 2060 e 2370 para o crucial "tempo, tempos e meio tempo".

"Sir Isaac Newton previu que o mundo acabaria no ano de 2060", anunciou a BBC.

Talvez não exatamente - mas como mostra a tabela das eras zodiacais apresentada em um capítulo anterior, ele não estava tão errado em duas de suas datas do tipo "não antes de": 2060 e 2090.

O apreciado documento original deste notável inglês é agora mantido no Departamento de Manuscritos e Arquivos da Jewish Na¬tional and University Library - em Jerusalém!
Uma coincidência?

Foi no meu livro Génesis Revisitado, de 1990, que o "Incidente da Phobos" - um evento abafado - foi revelado pela primeira vez.

Tinha a ver, em 1989, com o sumiço de uma nave espacial soviética enviada a Marte e seu satélite não tripulado, chamado Phobos.

Na verdade, não foram uma, mas duas naves espaciais que desapareceram.

Chamadas de Phobos l e Phobos 2 para indicar seus objetivos - sondar o satélite Phobos de Marte -, elas foram lançadas em 1988 para chegar em Marte em 1989.

Apesar de ser um projeto soviético, era apoiado pela NASA e pelas agências europeias.

A Phobos l simplesmente desapareceu - nenhum detalhe ou explicação jamais veio a público.

A Phobos 2 chegou até Marte e começou a enviar fotografias tiradas por duas câmeras - uma normal e outra em infravermelho.

De forma surpreendente ou alarmante, elas incluíam fotos da sombra de um objeto no formato de um charuto voando no céu do planeta entre a nave soviética e a superfície de Marte .

Os chefes da missão soviética descreveram o objeto que gerou a sombra como sendo "algo que alguns chamariam de disco voador".

Imediatamente, orientou-se que a nave espacial mudasse da órbita de Marte e se aproximasse do satélite e, de uma distância de 50 jardas, bombardeasse-o com raios laser.

A última foto que Phobos 2 enviou mostrava um míssil vindo em sua direção do satélite .

Imediatamente depois, a nave espacial entrou em pane e parou a transmissão - destruída pelo míssil misterioso.

O "incidente da Phobos" permanece, oficialmente, como um "acidente inexplicável".

De fato, logo em seguida, uma comissão secreta liderada pelas principais nações espaciais foi convocada para entrar em ação.

A comissão e o documento formularam questões que mereciam ser analisadas minuciosamente da forma que receberam, pois elas continham a chave para que se compreendesse o que as nações de liderança mundial realmente sabiam sobre Nibiru e os anunnakis.

Os eventos geopolíticos na formação do grupo secreto começaram com a descoberta, em 1983, de um "planeta do tamanho de Netuno" pela IRAS - Satélite Astronómico Infravermelho da NASA - que analisou as margens do sistema solar, não visualmente, mas por meio da detecção de corpos celestiais que emitem calor.

A busca pelo décimo planeta era um de seus objetivos declarados e, de fato, encontraram um.

Determinaram que esse era um planeta que havia sido detectado uma vez e voltou a ser detectado novamente seis meses depois.

Não deixou dúvida alguma de que estava se movendo na nossa direção.

As notícias da descoberta viraram manchetes em vários jornais, mas foram corrigidas no dia seguinte como sendo baseadas em um "mal-entendido".

De fato, a descoberta foi tão chocante que levou a uma mudança repentina nas relações dos EUA com os soviéticos, uma reunião e um acordo de cooperação espacial entre o presidente Reagan e o presidente Gorbatchev, com declarações públicas feitas pelo presidente nas Nações Unidas e outros fóruns que incluíam as seguintes palavras (apontando com seu dedo para o céu à medida que se dirigia aos membros):

Simplesmente pensem no quão fácil esta tarefa minha seria nestas reuniões que conduzimos se de repente houvesse uma ameaça neste mundo de outras espécies de outro planeta fora no universo... Ocasionalmente eu penso no quão rápido nossas diferenças desapareceriam se tivéssemos que enfrentar uma ameaça alienígena vinda de fora deste mundo.

O Comité de Tarefas formado como resultado dessas preocupações realizou várias reuniões e calculadas consultas - até o incidente da Phobos, em março de 1989.

Trabalhando com afinco, formulou em abril de 1989 uma série de diretrizes conhecidas como Declaração dos Princípios Relacionados às Atividades de Detecção de Inteligência Extraterrestre, pelas quais os procedimentos a serem seguidos após receber "um sinal ou outra evidência de inteligência extraterrestre" entrariam em vigor.

O "sinal", revelou o grupo, "não seria apenas um que indicasse sua origem inteligente, mas poderia ser uma mensagem real que precisasse ser codificada".

Os procedimentos estabelecidos incluíam tarefas que retardassem a revelação do contato por pelo menos 24 horas antes de a resposta ser dada.

Isto era realmente ridículo se a mensagem chegasse de um planeta a anos-luz de distância...

Então as preparações foram feitas para um encontro mais próximo!

Para mim. todos esses eventos, desde 1983, incluindo todas as evidências de Marte descritas resumidamente nos capítulos anteriores, e o disparo do míssil da lua satélite Phobos, indicam que os anunnakis ainda estão presentes - provavelmente uma presença robótica - em Marte, sua antiga Estação Espacial Intermediária.

Isso poderia indicar uma premeditação, um plano para ter uma instalação pronta para uma nova visita no futuro.

Combinando tudo, isto sugere uma intenção de Retorno.

Selo cilíndrico de 4500 anos Museu Hermitage,São Petersburgo/Rússia



contínua...
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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  ALGOL em Seg Ago 30, 2010 4:38 am

Apesar de mencionarem a constelação da Ursa Menor, há quem diga que Nibiru estaria vindo a partir da constelação de Leão de acordo com o Google Earth. Vejam o vídeo abaixo, que contém inclusive as coordenadas:

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  suctupac em Seg Ago 30, 2010 4:48 am

POSFÁCIO



Em novembro de 2005, uma importante descoberta arqueológica foi feita em Israel.
Enquanto limpavam o solo para a construção de uma nova estrutura, foram encontradas as ruínas de um enorme prédio antigo.
Os arqueólogos se reuniram para supervisionar cuidadosamente a escavação. O prédio se tratava de uma igreja cristã - a mais antiga já encontrada na Terra Santa.
As inscrições em grego sugeriam que havia sido construída (ou reconstruída) no século III d.C.
Quando as ruínas ficaram limpas, surgiu um magnífico piso de mosaico.
No seu centro, havia uma ilustração com DOIS PEIXES - o signo zodiacal de Peixes .

Qual é a importância disso?
O local da descoberta está em Megido, no pé do Monte Megido Har-Megiddo, ARMAGEDOM.
Outra coincidência?
Zecharia Sitchin

O disco alado



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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  Convidad em Seg Ago 30, 2010 4:57 am

suctupac escreveu:

[b]A Batalha Celestial


A resposta pode estar bem mais longe no nosso sistema solar, onde Urano e Netuno orbitam - planetas cujas várias luas, incluindo algumas que, inexplicavelmente, orbitam em direção "oposta" ("retrógrada") à forma que Nibiru orbita.

Um dos grandes mistérios no nosso sistema solar é o fato de que o planeta Urano se posiciona literalmente de lado - seu eixo norte-sul encara o Sol horizontalmente em vez de estar na posição vertical.

"Algo" deu uma "grande pancada" em Urano em algum momento do seu passado, dizem os cientistas da NASA
- sem se aventurarem a adivinhar o que era esse "algo".

Eu também tenho diversas vezes questionado se esse "algo" foi o que também causou uma enorme cicatriz misteriosa "em forma de V" e uma característica "falhada" inexplicada que o Voyager 2 da NASA encontrou na lua Miranda de Urano, em 1986 - uma lua que é diferente, de várias maneiras, das outras luas de Urano.

Será que uma colisão celestial com Nibiru, que estava passando, causara tudo aquilo?

Nos últimos anos, astrónomos afirmaram que os grandes planetas externos não têm ficado parados no lugar onde foram formados, mas que estão sendo levados para fora, para longe do Sol.

Os estudos concluíram que a mudança tem sido mais evidente no caso de Urano e Netuno , e isso pode explicar porque nada ocorreu lá fora durante muitas órbitas de Nibiru - então, de repente, algo aconteceu.

Não é improvável a conclusão de que, durante sua órbita do ''Dilúvio", Nibiru encontrou com Urano mudando, e uma das luas de Nibiru bateu em Urano, inclinando-o lateralmente; é possível também que a "arma" do golpe tenha sido a enigmática lua Miranda - uma lua de Nibiru - que bateu em Urano e acabou ficando presa na órbita de Urano.

Tal acontecimento teria afetado a órbita de Nibiru, diminuindo sua velocidade em aproximadamente 3.450 anos-Terra em vez de 3.600 e resultando em uma reaparição pós-diluviana marcada para cerca de 7.450, cerca de 4.000 e cerca de 550 a.C.

contínua...

Acredito que O Livro de Urântia - Documento 57 5. Origem de Monmátia — O Sistema Solar de Urântia, explica:

Postei parte do documento no tópico Livro de Urãntia:

http://nominato.asiafreeforum.com/comunidade-familia-ascensao-http-nominatocombr-forum-index-f1/livro-de-urantia-t14-90.htm

http://www.urantia.org/pt/o-livro-de-urantia/documento-57-origem-de-urantia

Na continuação do tópico tem algo sobre os sumérios, quem eram os sumérios, porque eram tão avançados:

Um abraço!


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“NIBIRU estaria aparecendo para os telescópios que vasculham o sol?”...

Mensagem  ALGOL em Qua Set 08, 2010 3:43 am

Por João Valente
Publicado 25/01/2010
Arte e Ciência

“NIBIRU estaria aparecendo para os telescópios que vasculham o sol?”...



UMA HIPÓTESE SOBRE O QUE TEM APARECIDO PERTO DO SOL

Uma plausível ou possível teoria para explicar o estranho corpo celeste avistado próximo do sol pelos telescópios SOHO e Lasco-C3

Nos últimos anos tem aparecido sistematicamente, embora com inexplicáveis "intervalos", um estranho corpo celeste nos arredores do nosso sol, como que a encorajar crenças e mitos sobre a chegada de uma "estrela-da-morte", um bólide apocalíptico, o esperado Planeta-X ou o temido "Nibiru", nome sumério dado a outro "Planeta-X", pelo famoso pesquisador Zecharia Sitchin (http://pt.wikipedia.org/wiki/Zecharia_Sitchin).

Para que o leitor acompanhe melhor veja o seguinte vídeo:



Até o momento em que escrevíamos essas linhas e salvo engano, nenhum astrônomo se manifestou especificamente sobre o bólide em questão (doravante assim chamado), e os poucos que atentaram nele ainda não divulgaram conclusões exatas sobre sua natureza, sua origem e até sobre sua massa e tamanho. Porém sua característica principal (motivo de redigirmos este artigo) e que constitui a hipótese que expomos aqui, é a sua manifestação intermitente, ou feita com intervalos de extrema clareza e obscuridade, chegando mesmo por vezes e por tempos a "desaparecer" por completo das lentes de alta tecnologia que monitoram o sol.

Três hipóteses comuns foram elencadas para explicar o aparecimento do bólide, sendo a primeira aquela que o tem na conta de um grande asteróide ou cometa distante e desconhecido, certamente já aprisionado pela força gravitacional do sol e prestes a mergulhar no caldeirão ígneo que o engolirá para sempre. A segunda hipótese seria a de que se trata mesmo de Nibiru ou de um grande planeta errante que estaria vindo em direção ao nosso Sistema Solar, ao qual os astrônomos chamariam de "X" e não acreditam constituir nenhum perigo, devido estar se aproximando do sol e este servir de "escudo" para inúmeros corpos celestes perigosos que poderiam atingir a Terra. A terceira hipótese, que não vemos maiores razões para comentar aqui, atribui a aparição a erros de interpretação do ponto luminoso que tem aparecido nos telescópios ou a disfunções dos próprios sistemas óticos que servem às máquinas que vasculham o sol, que é o corpo celeste mais propenso a causar diplopias e outras anomalias visuais em equipamentos eletrônicos. A quarta hipótese cabe em parte à ciência e à imaginação, pois seu desafio intrínseco ainda não foi até hoje provado e nem poderá sê-lo, cremos, no atual estágio científico-tecnológico. É o seguinte.

A Ciência já provou a existência de buracos-negros, embora ainda não saiba TUDO sobre eles, tal como ainda não sabe tudo sobre o cérebro humano. Sabe, outrossim, que o tamanho e a massa de buracos-negros variam muito, podendo ir de "pequenos" (do tamanho de micro-estrelas, menores que o nosso sol) a gigantescos, ou do tamanho de galáxias inteiras. A hipótese aqui tratada defende que o estranho bólide é um micro-buraco-negro, talvez menor que uma micro-estrela, ou produzido por uma "anã-marrom", enegrecida pela sua descomunal massa, "comprimida a menos-infinito", por assim dizer. É também um corpo não apenas rápido como os cometas, mas com velocidade acelerada pela última passagem por nosso sol (ou por outro, que teria servido como um estilingue cósmico) e absolutamente voraz para com tudo o que lhe cerca. Vale lembrar que buracos-negros podem funcionar, não raramente, como estilingues, quando a tangencialidade da órbita do bólide passa à distância segura dele, mas não tão longe (o que significa que o estranho objeto pode ter passado por outro buraco-negro em sua trajetória atual). Pois bem.

Na hipótese, sendo um buraco-negro minúsculo, ultracomprimido e ultraveloz, com a voracidade de um gigantesco tubarão, poderia provavelmente explicar a estranha intermitência com que se deixa observar, se em seu percurso estivesse "engolindo" outros mini-buracos-negros ou fragmentos de matéria-escura igualmente densas e espalhadas em áreas próximas e nunca antes detectadas. O sistema operaria, por um lado, gerando explosão e luz (sempre que estivesse "engolindo" objetos de muita ou pouca luz, luminosos ou iluminados) e, por outro lado, gerando implosão e negritude sempre que engolisse objetos sem luz (como matéria-escura ou outros micro-buracos-negros). Eis a explicação em resumo, e a grosso modo, evitando linguajar técnico.

O único argumento contrário que tivemos oportunidade de ouvir pode ser refutado. I.e.: a hipótese da intermitência não poderia ser explicada pela voragem de objetos escuros e luminosos, segundo opinião contrária, porque o acompanhamento sistemático da trajetória pelo SOHO e pelo Lasco-C3 nunca detectaram qualquer esmaecimento da luminosidade do bólide, como se sua luz não viesse de explosões, e sim, dele mesmo, como ocorre com todos os sóis em plena vida útil. Todavia, como frisamos, esta refutação não tem muita força. Senão vejamos.

O nosso próprio sol (e todos os sóis, a rigor) mantêm toda a sua luz intensa e constante, graças a explosões gigantescas em sua superfície. Isto é ponto pacífico entre os astrônomos, sobretudo entre os Heliólogos. E se não for, o próprio sol (e todas as estrelas) é, de per si, uma gigantesca explosão com efeito retardado, ou cujas "pulsações" são tão lentas que só as próprias estrelas poderiam testemunhá-las, ou cujo esmaecimento demora tanto que varre incontáveis eras cósmicas a brilhar, até que finalmente esgote todo o seu combustível nuclear.

Ora; sendo assim, então a hipótese deste artigo não é refutada. Pelo contrário: um objeto tão estranho quanto o bólide em questão, pode justamente ser algo novo (a Astronomia descobre, quase todo dia, coisas inéditas, estranhas e surpreendentes no cosmos), algo do tipo cuja "pulsação" seria tão rápida que só é interrompida justamente quando engole um objeto escuro, desaparecendo dos instrumentos óticos que o vasculham e reaparecendo apenas quando se completasse todo o processo de implosão dos objetos escuros. Eis a explicação... (Se e somente SE as observações estiverem corretas, i.e, sem nenhum erro nos instrumentos, ressaltamos).

Ela responde tudo? Não, por óbvio do óbvio. Como dissemos, estamos ainda num estágio tecnológico muito distante de termos respostas definitivas, se é que isto existe! E não teríamos uma pretensão que nem os melhores astrônomos tiveram. Pelo contrário. A Astronomia se firmou como Ciência (vencendo a sua co-irmã lunática e mais velha, chamada Astrologia) justamente por não fazer afirmações taxativas sobre o cosmos, mantendo deste os seus inesgotáveis e fascinantes atributos, a saber, a mãe-natureza e o pai-mistério, os quais nem em seu mais arrebatador idílio chegaram alguma vez a tirar, por completo, as suas respectivas máscaras.

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  Luiz em Sex Set 17, 2010 10:07 pm

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  ALGOL em Sex Out 08, 2010 4:26 am

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

Mensagem  Buscador em Ter Out 12, 2010 5:31 am

Publicada em 7 de Outubro de 2010

2006 - Amanhã poderá ser tarde demais - Parte I


Irmãos, que o amor do Cristo Planetário, irradiado continuamente sobre vós, fortaleça vossos espíritos para que sejais corajosos na ativação do dínamo transformador de vossas almas.

A Terra fenece e seu gemido de morte irradia-se em todos os planos e sub-planos, atraindo a força regeneradora dos universos superiores, pois é da Lei que os superiores acorram em auxílio dos inferiores que clamam ajuda.

Atendendo ao chamado do Planeta, que devido a longa permanência na dor, no sofrimento, nos ataques insanos da humanidade contra sua vida, iniciou-se o processo de regeneração das células necrosadas, interpondo e interrompendo a deterioração planetária.

Em cascata, os acontecimentos do planejamento Sideral ocorrem na Terra, manifestando a Força do Amor de Deus sobre Suas criaturas.

Hercólubus, seguindo o automatismo de sua trajetória no universo, atua fortemente sobre o planeta Terra, ativando e acelerando o processo do "juízo final". Esta humanidade corresponde a sua ação primitiva, irrompendo de suas almas rebeldes, toda sorte de sentimento instintivo que não dominou nestes milênios que habita a Terra.

Não sois almas primárias, mas como rebeldes, novamente envergareis a indumentária dos primitivos homens das cavernas, pois não permitistes que a ação da Lei do Progresso agisse em vós, e permanecestes nas faixas das dimensões inferiores, esquecidos de Deus, revoltando-vos contra Suas Leis, resolvidos a não amar.

Rebeldia e exílio planetário andam lado a lado e enquanto não vos submeterdes as Leis Superiores que governam toda a Criação, estareis submetidos a ação corretiva dos Mundos atrasados.

Avisos e alertas não vos atingem, pois os ignorais e deles zombais.

Vosso Orbe encontra-se sob a ação saneadora do Astro Higienizador e a seleção das almas ocorre em todos os planos da vida. Aquele que deseja libertar-se dos Mundos Expiatórios, deve manter níveis vibratórios espirituais elevados, não somente conhecendo as verdades, na busca do desenvolvimento intelectualizado. Deveis agir segundo o Evangelho do Cristo, tornando-vos humildes, mansos e pacíficos.

Continua...

Yury

GESH – 28/09/2010 – Reunião Pública – Vitória, ES – Brasil

http://www.extraseintras.com.br/mensagens.asp?s=1&ident=2082

Publicada em 8 de Outubro de 2010

2007 - Amanhã poderá ser tarde demais - Parte II final


Não sois candidatos a anjos; deveis apenas vos esforçar para superardes todos os obstáculos e provas determinados para esta encarnação, amando, perdoando e trabalhando em benefício da coletividade.

Deveis superar as provas e expiações do vosso programa encarnatório, e estareis capacitados a habitar um mundo melhor.

Somos todos irmãos, filhos de Deus, nosso Criador.

A Terra abandona as dimensões das dores para alcançar uma dimensão superior; e somente aquele que elevar-se no amor e no perdão das ofensas conseguirá acompanhá-lo.

A hora, é agora! Amanhã poderá ser tarde demais para resolverdes abandonar os círculos dos vícios, queda moral, ódio, desejo de vingança. A hora avançada da transição não aguardará decisões tardias.

A Terra brilhante da Regeneração já desponta, e vossa humanidade, atrasada moral, espiritual e cientificamente, será espalhada pelos Universos, por diversos planetas compatíveis com suas necessidades evolutivas.


Paz em vossos corações.


Yury

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Re: Astro Intruso, Hercólubus, Planeta X, Nibiru, Planeta Chupão

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